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quarta-feira, 29 de dezembro de 2021

Você olharia pra cima?


A analogia imediata do filme "Não olhe pra cima" é com a pandemia, mas lembremos que o negacionismo não se limita a isso. Das mudanças climáticas à crise hídrica da nossa região e vários outros temas, negar a realidade parece sempre mais conveniente.

Não vamos nem mencionar a política, porque aí é cada um olhando para o próprio umbigo mesmo.

Ótimo entretenimento. Faz pensar e dar umas risadas. Pena que seja o famoso "rindo, mas de nervoso".

quinta-feira, 23 de dezembro de 2021

domingo, 28 de novembro de 2021

O He-man da Netflix vai salvar sua infância

 

Adorei a segunda parte de "Masters of the Universe: Revelation"! Muito legal ver o He-man esquartejando uns demônios e espancando o "Skelegod"! Várias reviravoltas, personagens clássicos aparecendo e o final do Skeletor é ao mesmo tempo bizarro e sensacional e deixa um gancho para uma possível segunda temporada.

Se os chorões do "mataram minha infância" tivessem a inteligência e a paciência de esperar a segunda parte não teriam se frustrado.  

Em tempo: a outra animação do He-man que a Netflix produziu, com uma história mais infantil, também é excelente.

domingo, 1 de agosto de 2021

Atypical nos lembra que ser diferente não é um problema


Atypical é uma série linda demais! Fez rir e chorar. Final emocionante. Ao mesmo tempo que foi conciliador, foi de partir o coração. Ser "atípico" não deveria ser um problema. E essa mensagem foi entregue da melhor forma possível.

Pra quem não sabe do que se trata, a série acompanha o jovem autista Sam em sua trajetória do Ensino Médio a faculdade, mas com várias tramas paralelas interessantes. Muito recomendado!



segunda-feira, 29 de junho de 2020

DARK - Terceira e última temporada

Dark chega a sua terceira e última temporada consolidando-se como um novo clássico da ficção científica. 

Apesar de apresentar um novo arco, a complexidade narrativa aos poucos diminui, na medida em que os nós entre os personagens vão sendo explicados.

Nenhum fã poderá reclamar que "mistérios" não foram respondidos. Tudo que era significativo para a trama tem seus porquês revelados. A consequência ou motivo de cada ato, o "Sic Mundus", como Jonas se tornou Adam, as conexões mais bizarra entre os personagens, etc.

Nesse sentido, Dark evita os erros de Lost, que acabou se alongando demais e deixando muitas pontas soltas e muitos fãs decepcionados.

Pela complexidade do início, o desfecho de Dark é relativamente simples, com seu final "feliz mas não muito". Digamos que é um final aceitável, mas se alguém esperava algo como "foram felizes para sempre" não entendeu a essência da série.

Dark é uma série sobre o tempo. Sobre viagens no tempo. Consegue atualizar um dos temas mais manjados da manjados da ficção científica com pequenas doses de filosofia, narrativas simultâneas e direção ágil. 

A disputa não é para dominar o mundo, mas para tentar controlar o próprio destino. Desfazer os nós do passado.

Uns buscam a reconciliação, outros a família destroçada, outros o amor. Mas o passado insiste em se repetir e essa busca labiríntica pela felicidade apenas ecoa de forma brutal os erros passados. O conhecimento do tempo é a degeneração de Adão e Eva e de todos os outros.

Desse modo, o "sempre" é a repetição dos fatos e de forma alguma significaria felicidade. O objetivo é justamente evitar o "sempre".

Se o final da primeira temporada era uma espécie de tributo ao "Planeta dos Macacos" original, no qual o viajante descobre que as coisas não saíram conforme ele esperava, nessa terceira temporada temos novamente referências explícitas a Matrix, implícitas a H.G Wells e uma bem "sem-vergonha" a "Interestelar".


Essa requentada em algumas ideias, digamos, familiares, não chega a ser um grande problema, mas são um indicativo de que a série acabou mesmo na hora certa.

domingo, 17 de maio de 2020

She-ra e as Princesas do Poder chega ao fim na Netflix

Acabei de assistir à quinta e última temporada. Não assisto tantas animações assim para ter outros parâmetros, mas achei simplesmente sensacional o enredo da série como um todo, com várias narrativas criativas. 
O desfecho é extremamente corajoso, com uma mensagem de tolerância e um chute na cara do conservadorismo. Pode ser que eu seja apenas um velho mal informado, mas me parece um marco na animação em termos de comportamento.

terça-feira, 15 de janeiro de 2019

Bohemian Rhapsody - Queen - Review


Sem muitas expectativas, finalmente assisti a "Bohemian Rhapsody". É um filme que diverte e emociona. Rami Manzarek dá vida a um Freddie Mercury convincente, mas todos os atores que encarnam os membros da banda fazem um trabalho igualmente bom. 

A cronologia realmente é furada e o roteiro não é lá grande coisa. Mas como uma homenagem póstuma à Freddie, uma mensagem de tolerância nesses tempos difíceis e, principalmente, como forma de apresentar o legado maravilhoso do Queen para as novas gerações funciona perfeitamente.

A trilha sonora também é bem legal. Acaba sendo uma compilação diferente das demais graças a alguns atrativos como faixas ao vivo nunca antes lançadas e o tema do da Fox na guitarra inconfundível de Brian May.

On with the show!

domingo, 23 de abril de 2017

13 REASONS WHY: 13 reflexões sobre a série da NETFLIX

Assisti à série "13 Reasons Why" (ou "Os 13 porquês"), sucesso na NETFLIX, por sugestão de alunos do Ensino Médio em uma discussão sobre bullying. A trama, como a maioria deve saber, gira em torno do suicídio de uma adolescente, o que por si só é muito polêmico (veja trailer abaixo). 

Aproveitando o gancho óbvio, listei 13 reflexões que surgiram enquanto eu assistia aos episódios.  

OS 13 PORQUÊS


1. Adolescentes estão assistindo a uma série que trata de suicídio e sem nenhuma supervisão, o que é MUITO preocupante;

2. A série ajuda a refletir sobre como os pais de uma forma geral idealizam seus filhos e não conseguem reconhecer suas falhas;

3. A contrapartida também é verdadeira, já que temos adolescentes tentando esconder a todo custo seus erros para suprir expectativas de suas famílias e da sociedade em geral;

4. A escola tem seu papel questionado ao fazer vistas grossas para o bullying e outras formas de intimidação e assédio;

5. O Sistema de Ensino é questionado por não promover plenamente o protagonismo dos estudantes;

6. Falando nisso, a série retrata o cotidiano escolar de uma High School norte-americana que é a referência para a nossa famigerada reforma do Ensino Médio oferecendo alguns insights oportunos;

7. A "Board of Honor", por exemplo, é um conselho formado por alunos para julgar casos de indisciplina de outros alunos, decidindo qual a punição dos mesmos, algo bastante interessante;

8. Questões de gênero são abordadas com naturalidade. Uma das personagens inclusive tem dois pais;

9. O consumo de drogas por jovens de classe alta também é retratado, o que ajuda a combater alguns estereótipos;

10. Contudo, o assunto mais pesado é mesmo o da violência sexual que é o trauma que leva às consequências mais extremas. Aquele infeliz discurso de que a "culpa é da vítima" é muito bem demonstrado nos episódios finais da trama;

11. Obviamente há exageros, mas é bom ver adolescentes sendo tratados de uma forma mais "realista", falando palavrões e com diversos dilemas éticos, afinal, a adolescência pode ser tudo, menos um musical da Disney;

12. A trilha sonora é excelente. Tem o toque "retrô" das fitas K7 e cada canção foi escolhida a dedo para cada episódio (Status Quo, The Cure, Joy Division, Neil Young, entre outros);

13. Embora ainda não tenha sido confirmado, há vários ganchos para uma segunda temporada. A julgar pelo contexto, não me parece algo realmente necessário.

Enfim, uma ótima série, que traz temas importantes, mas talvez um pouco forte demais para seu público alvo, motivo pelo qual pais e educadores deveriam promover discussões a seu respeito para evitar que a mensagem seja mal compreendida.

Veja também:
NETFLIX: Documentário sobre a ARGENTINA Campeã Mundial de 86

quinta-feira, 5 de janeiro de 2017

NETFLIX: Documentário sobre a ARGENTINA Campeã Mundial de 86


Toda a história tem suas verdades dependendo de quem a conta. Cresci, como muitos, ouvindo falar sobre a lendária "Mano de Dios" de Maradona como um dos maiores "roubos" da história do futebol e talvez contaminado pela forma como a imprensa esportiva brasileira sempre retratou o futebol argentino achava que o Mundial de 86 tinha sido uma grande injustiça.

Porém, analisando sobre outra ótica, descobrimos que foi justamente o contrário, como nos mostra o documentário "O Campeão Impossível", disponível na plataforma NETFLIX. 
Através de depoimentos de ex-jogadores (argentinos e rivais), jornalistas e até mesmo do árbitro do polêmico jogo Argentina 2 x 1 Inglaterra (o jogo da "mano de Díos"), e recuperando imagens históricas dos bastidores da conquista, vemos como a Seleção Argentina chegou ao México completamente desacreditada e com o técnico Carlos Bilardo praticamente sem apoio por parte da imprensa de seu país e com resultados horríveis na preparação para o Mundial. Para se ter uma ideia da gravidade da crise na AFA até mesmo a titularidade de Maradona era questionada.
Porém, contra todos os prognósticos negativos a equipe de Bilardo foi superando seus obstáculos. Maradona se consagrou desequilibrando jogos de forma mágica e o resto é essa linda história futebolística que merece ser contada e recontada, ainda que isso contrarie um pouco a forma como nós brasileiros enxergamos o futebol sul-americano. 

Veja também:
CLUB DE CUERVOS: a série sobre futebol da NETFLIX

terça-feira, 22 de novembro de 2016

Doutor Estranho (review)

"Esqueça tudo que você sabe". Essa é a premissa de "Doutor Estranho", mais recente produção a integrar o Universo Cinematográfico da Marvel. Basicamente é um "filme de origem" que mostra como Doutor Stephen Strange, um cirurgião que tem as mãos seriamente lesionadas após um acidente automobilístico, se transforma em um dos mais poderosos heróis da editora.

Em sua busca pela cura de sua irreversível lesão, Strange entra em contato com ensinamentos místicos que irão confrontar sua visão de homem da ciência.
Sua jornada torna-se uma jornada de autoconhecimento e Strange tem que optar entre seus interesses egoístas ou o bem maior, que no caso não significa nada menos que a salvação do mundo de um ser maligno chamado Dormammu. 
Com um enredo simples, mas consistente, Doutor Estranho repete a consagrada fórmula dos filmes Marvel/Disney: um protagonista carismático, interpretado com maestria por Benedict Cumberbatch, humor e ação ininterrupta. 
O filme destaca-se ainda por seu visual alucinante para retratar as múltiplas dimensões pela qual transitam os personagens. Uma experiência visual única! 

A sequência em que o Doutor Estranho escolhe (ou é escolhido...) por sua capa também é outro ponto alto. Lúdica e inventiva, confere (literalmente, inclusive) a leveza que a narrativa precisava. Sem contar o desfecho antológico, certamente o mais inusitado entre os filmes da Marvel.

Toda a trama do filme ocorre de forma independente aos acontecimentos de filmes anteriores, de modo que ninguém precisa ser um especialista em quadrinhos para apreciar essa grande aventura. O gancho para outros filmes acontece na primeira cena pós-créditos. 

Nessa grande narrativa que se desenha, Doutor Estranho insere o elemento que faltava, lançando a última base para que a "saga do infinito" comece a se concretizar. 

Quem apostava em um rápido desgaste da fórmula de super-heróis pode esperar sentado. E de preferência com um balde de pipocas do lado. Esses caras (aí contrário da concorrência) sabem muito bem o que estão fazendo. E vem muita coisa divertida por aí!

Veja também:
Capitão América: Guerra Civil (review)

sábado, 1 de outubro de 2016

CANAL BRASIL exibe Mostra CineFoot com 13 filmes sobre futebol

O Canal Brasil exibirá no mês de outubro 13 filmes sobre futebol dentro da Mostra Cinefoot. O ex-jogador Raí será o curador  da Mostra.

Os filmes serão exibidos às sextas-feiras às 22:00 h, com início dia 7/10 com o filme "Paysandú, 100 anos de Payxão". Confira abaixo a programação completa com as sinopses dos filmes e as datas de exibição.

Programação completa da Mostra Cinefoot do Canal Brasil:

segunda-feira, 16 de maio de 2016

Capitão América: Guerra Civil (review)

Se não é possível afirmar que esse é o melhor filme do ano, posso dizer que, pelo menos de minha parte, "Capitão America: Guerra Civil" era o filme mais aguardado do ano.
A minha principal expectativa era de como os roteiristas iriam solucionar alguns aspectos relacionados a HQ que inspirou o filme e que mobilizava quase todo o universo Marvel, haja vista o limitado número de personagens do universo cinematográfico construído pela editora e seus parceiros.
E mais uma vez acertaram na mosca: ao transferir o fio condutor do enredo a obrigatoriedade do registro dos heróis - para um contexto envolvendo a ONU e não só o governo norte-americano, conferiram a história uma perspectiva consistente que permitiu a transferência das ações para a Europa, ao mesmo tempo que amarraram as tramas de "O Soldado Invernal" com os eventos de "Os Vingadores". 
As semelhanças com as HQs acabam por aí, mas acredito que nenhum fã tenha ficado decepcionado já que o resultado vibrante mantém a tensão original. Isso significa que, embora com ação ininterrupta, tenhamos um filme com menos espaço para o humor juvenil de outros títulos. Em seu lugar, temos mais ironia que de certa forma captam o estado de espírito atual, com disputas políticas e divergências morais se multiplicando por todo o globo.

Diante desse contexto complexo, a aguardada inserção do Homem-Aranha fica totalmente em segundo plano e funciona com um contra-ponto ao sissudo e vingativo Pantera Negra. Nesse sentido, fica evidente que a famosa cena do trailer que apresentou o aracnídeo foi mesmo uma excelente peça de marketing para agradar os expectadores mais jovens, já que não passa de um coadjuvante de luxo para fazer número na briga entre os heróis. Resta saber como ele será aproveitado nos próximos filmes, mas a primeira impressão é a de que é difícil imaginar um adolescente tagarela com um protagonismo maior diante de tantos outros personagens com conflitos bem mais interessantes e, a essa altura, bem mais desenvolvidos.
O grande mérito de "Guerra Civil", assim como outros filmes da Marvel/Disney, é justamente esse: fugir do óbvio, atualizando seus personagens mas sem abandonar completamente suas mitologias, de modo a agradar novos e velhos fãs. A grande pergunta é até quando vão conseguir costurar tantos enredos sem errar a mão. Mas por enquanto, só temos que aplaudir e aguardar novas "referências". 

Veja também:
Batman V Superman entram em campo

sábado, 7 de maio de 2016

Novo "filme do Pelé" estreia nos EUA

Um dos inúmeros bordões inesquecíveis do seriado "Chaves" dizia que "seria melhor ter ido ver o filme do Pelé". E finalmente isso poderá ser feito com o lançamento da cinebiografia do Rei do Futebol lançado essa semana nos EUA.

O filme chamado "Pelé: o nascimento de uma lenda" deveria ser lançado em 2014 em ocasião da Copa do Mundo no Brasil, mas só agora chegou às telas, embora ainda não haja previsão sequer se ele será exibido por aqui ou irá direto para os canais de streamming.
Embora Pelé já tenha participado de diversos filmes, incluindo o antológico "Fuga para a vitória", com Silvester Stallone, é a primeira vez que sua história recebe um tratamento dramático. O trailer abaixo mostra um resultado bastante interessante, ainda que seja muito estranho ver um roteiro tão brasileiro contado por atores falando inglês. Confira:
Veja também:
Pelé, o Rei do Futebol e da MPB

sexta-feira, 25 de março de 2016

Batman V Superman entram em campo

Um dos filmes mais esperados de 2016, "Batman V Superman: A origem da Justiça" levou os mais populares heróis da DC Comics para os gramados. A proeza ficou a cargo da Under Armour, que anunciou o lançamento de chuteiras estilizadas inspiradas nos personagens. 





Pouco antes do seu lançamento, o filme rendeu outras "referências" nos gramados, com clássicos entre Bayern e Dortmund promovendo o filme na Alemanha e Santos e Corinthians sendo disputado pelas equipes trazendo em seus uniformes menções aos filmes.

Recentemente, a Fox usou o Manchester United para promover o personagem Deadpool e seu filme, o que nos leva a indagar quantos frutos mais essa relação futebol-cinema-quadrinhos poderá produzir.

Veja também:
Deadpool é o novo reforço do Manchester United

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016

Deadpool é o novo reforço do Manchester United

Deadpool, personagem que protagonizará o próximo blockbuster da Marvel, é o novo reforço do Manchester United. Pelo menos em seu sonho na peça publicitária que usa os Red Devils para promover o filme. O resultado ficou muito divertido e, sem dúvidas, seria um ótimo reforço, afinal, Deadpool faz o estilo "matador". Confira:

sábado, 19 de dezembro de 2015

Tema de STAR WARS em versão METAL

Como não poderia deixar de ser, a estreia de mais um episódio da saga STAR WARS gerou um frenesi mundial entre fãs e haters da icônica franquia criada por George Lucas. E no embalo é claro que surgiram várias homenagens, como essa versão metal do tema do filme na interpretação de uma banda convenientemente chamada de GALATIC EMPIRE. Confira: 

A GALATIC EMPIRE é formada por Carson Slovak e Grant McFarland do Atrium Audio, da Pensilvânia, notável por produzir August Burns Red, Rivers of Nihil, e membros do Alustrium, com uma participação do frontman do Black Crown Initiate, James Dorton, como a voz do Darth Vader.


Para saber mais:
https://www.facebook.com/galacticempireofficial/

quarta-feira, 21 de outubro de 2015

Jack Black, o vira-casaca

O ator JACK BLACK é um grande rocker como todos sabem. Além de ter estrelado o ótimo "Escola do Rock", participou de diversos projetos musicais, incluindo o hilário Tenacious D. Seu mais recente trabalho no cinema é "Goosebumps", aventura fantasmagórica baseada na popular série de livros infanto-juvenis.
Para divulgar Goosebumps, JACK BLACK esteve pela primeira vez no Brasil, onde concedeu entrevistas a diversos veículos de comunicação. Porém, antes mesmo de aterrissar por aqui , humorístico CQC o entrevistou ainda nos EUA. Entre diversas brincadeiras sobre o Brasil, o repórter do programa disse que ele precisava escolher entre duas camisas de clubes brasileiros: Palmeiras ou Corinthians. O ator disse que ficava melhor de verde e vestiu o manto do Palestra, mas logo mudou de ideia e ao ser informado que o Corinthians é o clube mais popular, também vestiu o fardamento alvinegro. Veja como foi:
Já no Brasil, Jack Black concedeu entrevista ao "The Noite" do Danilo Gentili, onde entre outras coisas, foi presenteado com uma guitarra do são-paulino Andreas Kisser:  

Por fim, Rafinha Bastos, outro ex-CQC, também entrevistou Jack Black:
Veja também:
Gutterdämmerung: filme reúne astros do rock e do metal

sexta-feira, 16 de outubro de 2015

Gutterdämmerung: filme reúne astros do rock e do metal

Rockstars do quilate de Slash, Joshua Homme, Lemmy, Grace Jones, Iggy Pop, Justice, Henry Rollins, Tom Araya (Slayer), Volbeat, Mark Lanegan, Nina Hagen e Jesse Hughes são os astros do filme “Gutterdämmerung” . Anunciado como ‘o filme mudo mais barulhento do mundo’. Confira o trailer oficial:

Segundo release oficial, a história é a seguinte: Deus salvou o mundo do pecado, tirando da humanidade o “Cálice do Pecado” do diabo, que nada mais é do que “a guitarra do mal”. Assim, a Terra se transformou em um mundo puritano onde não há espaço para sexo, drogas ou rock ‘n’ roll.
De lá de cima no céu, o anjo punk Vicious (interpretado por Iggy Pop), olha para o mundo com os olhos furados cansados. Escondido de Deus, Vicious envia guitarra do Diabo de volta à Terra e o pecado em todas as suas formas retorna para a humanidade.

Um padre puritano maligno (Henry Rollins) manipula uma menina ingênua para recuperar a guitarra e destruí-la. Em sua busca para encontrar a guitarra maligna, a menina é forçada a enfrentar os bastardos do rock’n’roll mais maléficos do mundo.

Dirigido por Bjorn Tagemose, o filme/concerto está previsto para o início de 2016.

domingo, 19 de julho de 2015

Homem-Formiga (crítica)

A Marvel fez valer o velho ditado de que "tamanho não é documento" e transformou um personagem de minúscula popularidade como o "Homem-Formiga" em seu mais novo astro. 
Apostando em sua já consagrada fórmula de ação e humor, produziu um filme que se enquadra entre os melhores de seu universo cinematográfico. E o grande mérito de "Homem-Formiga" é justamente não se levar a sério. 
O humor permeia toda a narrativa, seja no sarcasmo do protagonista, nos coadjuvantes atrapalhados e, principalmente, no inusitado causado por um super-herói cujo poder está em um traje que o encolhe e na capacidade de controlar mentalmente as formigas. Do seu treinamento para assumir o posto de Homem-Formiga até o decisivo combate com o vilão Jaqueta Amarela nenhuma sequência se desenvolve sem provocar risos. 
Outro ponto positivo foi a forma inteligente como o roteiro conseguiu conciliar duas gerações do "Homem-Formiga" (o original Hank Pym e seu sucessor Scott Lang), resumindo de forma coerente décadas de HQs em pouco mais de duas horas de filme. 
Michael Douglas como Hank Pym, Paul Rudd como Scott Lang e Evangeline Lilly como Hope van Dyne tem boas atuações e fazem com que o filme não mantenha-se no tom correto, enquanto Michael Peña, interpreta o hilário Luis, um amigo de Scott/Homem-Formiga, responsável por algumas das cenas mais divertidas. 
Fazendo um trocadilho nerd: não só com grandes poderes vem grandes responsabilidades. Com os pequenos também! E o Homem-Formiga deu conta do recado.

Veja também:
Os Vingadores: Era de Ultron (crítica)

sábado, 11 de julho de 2015

Batman Vs Superman ganha novo trailer

A DC/Warner aproveitou o Comic Con 2015 para sacudir o mundo geek com um novíssimo e mais completo trailer do aguardado "Batman Vs Superman: Dawn of Justice". Depois de ver a Marvel/Disney ganhar oceanos de dinheiro com seu universo cinematográfico em franca expansão, parece que a DC resolveu explorar sua mina de ouro começando sua própria "Civil War". Confira o trailer: 

Veja também:
Jurassic World (crítica)