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quinta-feira, 23 de dezembro de 2021
Homem-Aranha Versus Casagrande
O Multiverso trouxe um personagem inusitado. Por essa o Miranha não esperava! Assista no player abaixo:
terça-feira, 22 de novembro de 2016
Doutor Estranho (review)
"Esqueça tudo que você sabe". Essa é a premissa de "Doutor Estranho", mais recente produção a integrar o Universo Cinematográfico da Marvel. Basicamente é um "filme de origem" que mostra como Doutor Stephen Strange, um cirurgião que tem as mãos seriamente lesionadas após um acidente automobilístico, se transforma em um dos mais poderosos heróis da editora.
Sua jornada torna-se uma jornada de autoconhecimento e Strange tem que optar entre seus interesses egoístas ou o bem maior, que no caso não significa nada menos que a salvação do mundo de um ser maligno chamado Dormammu.
Com um enredo simples, mas consistente, Doutor Estranho repete a consagrada fórmula dos filmes Marvel/Disney: um protagonista carismático, interpretado com maestria por Benedict Cumberbatch, humor e ação ininterrupta.
O filme destaca-se ainda por seu visual alucinante para retratar as múltiplas dimensões pela qual transitam os personagens. Uma experiência visual única!
A sequência em que o Doutor Estranho escolhe (ou é escolhido...) por sua capa também é outro ponto alto. Lúdica e inventiva, confere (literalmente, inclusive) a leveza que a narrativa precisava. Sem contar o desfecho antológico, certamente o mais inusitado entre os filmes da Marvel.
Toda a trama do filme ocorre de forma independente aos acontecimentos de filmes anteriores, de modo que ninguém precisa ser um especialista em quadrinhos para apreciar essa grande aventura. O gancho para outros filmes acontece na primeira cena pós-créditos.
Nessa grande narrativa que se desenha, Doutor Estranho insere o elemento que faltava, lançando a última base para que a "saga do infinito" comece a se concretizar.
Quem apostava em um rápido desgaste da fórmula de super-heróis pode esperar sentado. E de preferência com um balde de pipocas do lado. Esses caras (aí contrário da concorrência) sabem muito bem o que estão fazendo. E vem muita coisa divertida por aí!
Veja também:Capitão América: Guerra Civil (review)
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segunda-feira, 16 de maio de 2016
Capitão América: Guerra Civil (review)
Se não é possível afirmar que esse é o melhor filme do ano, posso dizer que, pelo menos de minha parte, "Capitão America: Guerra Civil" era o filme mais aguardado do ano.
A minha principal expectativa era de como os roteiristas iriam solucionar alguns aspectos relacionados a HQ que inspirou o filme e que mobilizava quase todo o universo Marvel, haja vista o limitado número de personagens do universo cinematográfico construído pela editora e seus parceiros.
E mais uma vez acertaram na mosca: ao transferir o fio condutor do enredo a obrigatoriedade do registro dos heróis - para um contexto envolvendo a ONU e não só o governo norte-americano, conferiram a história uma perspectiva consistente que permitiu a transferência das ações para a Europa, ao mesmo tempo que amarraram as tramas de "O Soldado Invernal" com os eventos de "Os Vingadores".
As semelhanças com as HQs acabam por aí, mas acredito que nenhum fã tenha ficado decepcionado já que o resultado vibrante mantém a tensão original. Isso significa que, embora com ação ininterrupta, tenhamos um filme com menos espaço para o humor juvenil de outros títulos. Em seu lugar, temos mais ironia que de certa forma captam o estado de espírito atual, com disputas políticas e divergências morais se multiplicando por todo o globo.
Diante desse contexto complexo, a aguardada inserção do Homem-Aranha fica totalmente em segundo plano e funciona com um contra-ponto ao sissudo e vingativo Pantera Negra. Nesse sentido, fica evidente que a famosa cena do trailer que apresentou o aracnídeo foi mesmo uma excelente peça de marketing para agradar os expectadores mais jovens, já que não passa de um coadjuvante de luxo para fazer número na briga entre os heróis. Resta saber como ele será aproveitado nos próximos filmes, mas a primeira impressão é a de que é difícil imaginar um adolescente tagarela com um protagonismo maior diante de tantos outros personagens com conflitos bem mais interessantes e, a essa altura, bem mais desenvolvidos.
O grande mérito de "Guerra Civil", assim como outros filmes da Marvel/Disney, é justamente esse: fugir do óbvio, atualizando seus personagens mas sem abandonar completamente suas mitologias, de modo a agradar novos e velhos fãs. A grande pergunta é até quando vão conseguir costurar tantos enredos sem errar a mão. Mas por enquanto, só temos que aplaudir e aguardar novas "referências".
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sábado, 30 de abril de 2016
Clube Atlético Paranaense no clima da Guerra Civil Marvel
O Clube Atlético Paranaense não resistiu às "referências" e entrou no clima da Guerra Civil da Marvel para convocar sua torcida para o clássico contra o seu rival Coritiba na final do Campeonato Paranaense. O clube aproveitou-se do marketing do filme, que incentivava os fãs do Capitão América a compartilharem mensagens com a hashtag #TeamCAP nas redes sociais, para lembrar seus torcedores que o verdadeiro #TeamCAP é justamente o time paranaense devido as suas iniciais. Um viva aos trocadilhos e ao senso de oportunidade do CAP!
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quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016
Deadpool é o novo reforço do Manchester United
Deadpool, personagem que protagonizará o próximo blockbuster da Marvel, é o novo reforço do Manchester United. Pelo menos em seu sonho na peça publicitária que usa os Red Devils para promover o filme. O resultado ficou muito divertido e, sem dúvidas, seria um ótimo reforço, afinal, Deadpool faz o estilo "matador". Confira:
domingo, 19 de julho de 2015
Homem-Formiga (crítica)
A Marvel fez valer o velho ditado de que "tamanho não é documento" e transformou um personagem de minúscula popularidade como o "Homem-Formiga" em seu mais novo astro.
Apostando em sua já consagrada fórmula de ação e humor, produziu um filme que se enquadra entre os melhores de seu universo cinematográfico. E o grande mérito de "Homem-Formiga" é justamente não se levar a sério.
O humor permeia toda a narrativa, seja no sarcasmo do protagonista, nos coadjuvantes atrapalhados e, principalmente, no inusitado causado por um super-herói cujo poder está em um traje que o encolhe e na capacidade de controlar mentalmente as formigas. Do seu treinamento para assumir o posto de Homem-Formiga até o decisivo combate com o vilão Jaqueta Amarela nenhuma sequência se desenvolve sem provocar risos.
Outro ponto positivo foi a forma inteligente como o roteiro conseguiu conciliar duas gerações do "Homem-Formiga" (o original Hank Pym e seu sucessor Scott Lang), resumindo de forma coerente décadas de HQs em pouco mais de duas horas de filme.
Michael Douglas como Hank Pym, Paul Rudd como Scott Lang e Evangeline Lilly como Hope van Dyne tem boas atuações e fazem com que o filme não mantenha-se no tom correto, enquanto Michael Peña, interpreta o hilário Luis, um amigo de Scott/Homem-Formiga, responsável por algumas das cenas mais divertidas.
Fazendo um trocadilho nerd: não só com grandes poderes vem grandes responsabilidades. Com os pequenos também! E o Homem-Formiga deu conta do recado.
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Os Vingadores: Era de Ultron (crítica)
sábado, 11 de julho de 2015
Batman Vs Superman ganha novo trailer
A DC/Warner aproveitou o Comic Con 2015 para sacudir o mundo geek com um novíssimo e mais completo trailer do aguardado "Batman Vs Superman: Dawn of Justice". Depois de ver a Marvel/Disney ganhar oceanos de dinheiro com seu universo cinematográfico em franca expansão, parece que a DC resolveu explorar sua mina de ouro começando sua própria "Civil War". Confira o trailer:
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Jurassic World (crítica)
sexta-feira, 24 de abril de 2015
Os Vingadores: Era de Ultron (crítica)
Os maiores heróis da Marvel estão de volta em Os Vingadores: Era de Ultron. Na trama os heróis precisam derrotar Ultron, um android criado "acidentalmente" por Stark a partir de uma tecnologia alienígena.
Em termos de enredo, o filme deixa um pouco a desejar. A única inovação são alguns "flashforwards" um tanto quanto confusos e que ajudam a introduzir a trama das "joias do infinito".
O que interessa mesmo é a pancadaria. E com androids sendo replicados interruptamente por Ultron não faltam lutas com coreografias muito legais, combinando as habilidades de cada vingador. E, é claro, com o humor que já se tornou marca registrada da franquia.
Os destaques ficam por conta dos novos personagens: Feiticeira Escarlate e Mercúrio e especialmente para a gênese de Visão.
O desfecho abre espaço para continuações sem alguns dos protagonistas, o que não deixa de ser uma grande sacada da Marvel para viabilizar seu Universo cinematográfico.
No geral é um ótimo filme de ação, porém, já não cria ao seu final aquela mesma expectativa dos anteriores em relação ao seu encadeamento na próxima trama, dando a impressão de estarmos assistindo a um grande 'filler', o que fica comprovado com a tradicional cena pós-créditos, que praticamente nada acrescenta aquilo que já foi revelado em outros filmes.
A Marvel criou essa aura de grandiosidade ao redor de suas produções. Isso é uma grande virtude, mas também demandará grande habilidade para manter o interesse do público a médio prazo. Vamos torcer para que a criatividade da "casa das ideias" continue em alta por muito tempo ainda...
Corações de Ferro (Crítica)
sexta-feira, 8 de agosto de 2014
Guardiões da Galáxia (crítica)
Misturando humor e aventura, o filme tem como ponto alto o fato de apostar em personagens menos manjados, o que de certa forma confere à produção um certo frescor de uma aventura praticamente inédita para o grande público.
O enredo apresenta um bando de foras-da-lei intergaláticos que unidos ao acaso, acabam se tornando a única esperança do planeta Xandar contra o vilão Ronan, que de posse de uma das joias do infinito pretende dizimar o planeta Xandar e vingar seus antepassados.
A trama das Joias do Infinito que conferem poderes extraordinários ao seu possuidor é o arco que une Guardiões da Galáxia a Os Vingadores, inclusive com o vilão THANOS dando as caras em uma participação especial.
Longe de ser uma simples luta entre "o bem e o mal", "Guardiões da Galáxia" é uma grande aventura cujo tema de fato é a amizade, alternando momentos da mais fantástica ação hollywoodiana com outros de muita sensibilidade na construção dos personagens renegados e egoístas que conseguem encontrar no altruísmo a força de seu heroísmo.
Por fim, não há como destacar Rocket, o "guaxinim" genial e bom de briga e o monstro-planta Groot, uma dupla de improvável carisma responsável por alguns dos mais sensacionais momentos do filme.
Uma grande aventura e forte candidato a filme mais divertido do ano.
sábado, 31 de maio de 2014
X-Men: Dias de um Futuro Esquecido (crítica)
Em "Dias de um Futuro Esquecido" o diretor Bryan Singer mais uma é o responsável por recriar o universo dos mutantes da Marvel. Enrascados e a beira da extinção, vítimas de uma nova geração de Sentinelas (robôs gigantes exterminadores de mutantes) praticamente invencíveis, a única saída para garantir asobrevivência é voltar no tempo e tentar mudar os eventos que levaram a tal situação.
Assim Wolverine é escolhido para embarcar em uma viagem no tempo e tentar convencer os jovens Magneto e Xavier a esquecerem suas diferenças e impedirem a mutante transmorfa Mística de assassinar o doutor Bolivar Travis, criador das Sentinelas, o que desencaderia os acontecimentos futuros.
Contando com o grande elenco de outros filmes da série, envereda pelo tema clássico da viagem temporal, mas que aqui funciona como uma espécie de regressão, já que o que de fato retorna ao passado é a consciência de Logan. A viagem no tempo é sempre um desafio narrativo interessante, já que a história precisa ser muito bem amarrada para evitar 'furos' nas narrativas que se desenvolvem simultaneamente.
Como volta a um período anterior ao do "Arma-X", Wolverine ainda não tem seu esquelo de adamantium, o que o deixa em um papel de coadjuvante de luxo. A grande personagem do filme acaba sendo a Mística, já que ela é o fio condutor da história. Merecem destaques também o jovem professor Xavier e seu escudeiro Hank McCoy, o Fera, ainda, digamos, imberbe.
Mas o personagem mais divertido de todo o filme é Mercúrio, uma espécie de Flash do universo Marvel. O filho do Magneto (que aparentemente ainda não sabia disso), tem uma pequena mas importante participação ao ajudar na fuga do vilão (?) da prisão. O modo cartunesco como sua supervelocidade é retratada é simplesmente hilário, possivelmente uma das cenas mais antológicas de toda a franquia.
Uma curiosidade é que Mercúrio também faz parte de 'Os Vingadores', e estará presente na continuidade da saga. Acontece que os direitos de X-Men no cinema pertencem a Fox e Os Vingadores é da Marvel/Disney. Portanto teremos um outro ator e possivelmente uma outra abordagem do personagem em 'Os Vingadores', o que me faz pensar que o destaque dado pela Fox a ele deve ser uma tentativa de trollar o estúdio rival...
Pra quem é fã de quadrinhos ou simplesmente gosta de uma boa aventura, a diversão é garantida. Ah, e atenção que o filme tem aquela enigmática cena pós-créditos pra fazer você brigar com a namorada que não tem paciência para esperar pelo fim de todas aquelas letrinhas finais...
Veja também:
"Capitão América: O Soldado Invernal" (crítica)
"O Espetacular Homem-Aranha 2: A ameaça de Electro" (crítica)
domingo, 4 de maio de 2014
O espetacular Homem-Aranha 2: A ameaça de Electro (crítica)
A segunda aventura do herói aracnídeo com Andrew Garfield no papel do escalador de paredes tem tantos altos e baixos quanto o próprio Aranha se arremessando entre os arranha-céus de Manhattan.
Há momentos constrangedores, como Jamie Fox encarnando o típico personagem de comédia dos anos 80, ou seja, cenas de patetismo de um desses filmes de humor da sessão da tarde. Quando não peca pelo pastelão, peca pelo dramalhão, ainda que não chegue ao absurdo protagonizado por Tobey Maguire e o seu Peter Parker emo da trilogia anterior. E é claro que diferentemente do que acontece em outros filmes com heróis da Marvel, o tratamento dado ao Homem-Aranha continua extremamente infantil.
A trama do Electro é demasiado cartunesca e bastante fraca. O surgimento do Duende Verde (Dane DeHaan), que recebe uma nova caracterização fica em segundo plano, mas no fim é ele o responsável pelo ápice dramático (quem conhece o Aranha dos quadrinhos sabe do resultado da equação Gwen Stacy + Duende Verde e é surpreendente que em um filme infantil como esse ele tenha sido mantido).
No entanto, nem tudo está perdido, tirando algum excessos Andrew Garfield dá conta do recado e acerta o tom no sarcasmo do aracnídeo. Visualmente o filme é espetacular e as cenas de ação são de tirar o fôlego.
Fica a esperança de que um terceiro filme faça valer essa nova investida da Sony no Homem-Aranha, já que a coisa mais interessante de todo filme é a forma como se costura a criação do Sexteto Sinistro, inclusive com uma aparição do personagem Rhino no final.
No geral um filme divertido, porém, descartável que deixa a sensação de que o principal herói do universo Marvel ainda não recebeu um filme a sua altura.
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terça-feira, 22 de abril de 2014
Capitão América: O Soldado Invernal
A segunda aventura cinematográfica do Capitão América mantém o bom nível alcançado pelo antecessor. Porém, dessa vez com uma trama um pouco mais complexa que a anterior.
Não vou entrar em detalhes do enredo para evitar spoilers, apenas comentarei alguns aspectos que achei interessantes. Embora, o Soldado Invernal do título seja teoricamente o inimigo a ser derrotado, na verdade ele faz apenas parte do problema de Steve Rogers (Chris Evans). O grande vilão do filme é a própria SHIELD. O fato de a organização que deveria zelar pela paz estar corrompida, dá ao filme o caráter metafóra política de produções recentes como Robocop, por exemplo, mas sem a mesma profundidade.
Outro simbolismo interessante do Capitão América é o fato de ele representar o homem fora de seu tempo. Como um conflito psicológico dessa natureza não é lá muito interessante para um filme de ação, ele se concretiza na figura do Soldado Invernal (Sebastian Stan), um rival poderoso que emerge do passado fazendo o herói enfrentar todas suas contradições.
E por falar em ação, o filme não decepciona nesse quesito. A movimentação do herói representa aquilo que acredito que todos os fãs esperam. A superioridade física do supersoldado é bastante destacada, e o uso do escudo nas cenas de luta gera coreografias muio legais.
Além disso, os coadjuvantes NICK FURY (Samuel L. Jackson), VIÚVA NEGRA (Scarlett Johanson linda como sempre) e FALCÃO (Anthony Mackie) também participam de ótimas sequências, por vezes roubando a cena.
Além disso, os coadjuvantes NICK FURY (Samuel L. Jackson), VIÚVA NEGRA (Scarlett Johanson linda como sempre) e FALCÃO (Anthony Mackie) também participam de ótimas sequências, por vezes roubando a cena.
Como já comentei por aqui antes, a única incoerência desse universo cinematográfico Marvel é ver o mundo quase acabando e os outros heróis, alguns até mencionados na trama, "de férias". Mas, enfim, aí já querer demais dos roteiristas.
Grande filme e ponto para os irmãos Anthony e Joe Russo que fizeram um bom trabalho na direção. Que venham os próximos!
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