quinta-feira, 11 de abril de 2013

A Herança Inglesa no Futebol Brasileiro

Os ingleses podem até ser considerados os pais do futebol moderno, mas há  quem possa dizer o esporte se 'aperfeiçou' nos gramados brasileiros.
Escudo do "Corinthian Casuals", clube inglês
que inspirou o batismo do "Corinthians Paulista".
Contudo, para além dos gramados, o esporte trazido por Charles Miller ao Brasil em 1894 teve um forte impacto cultural e linguístico.
Jornal "O Imparcial ",do Rio de Janeiro,
traz a grafia original dos termos "Football", "Club" e "Goal" 
(imagem: cacellain.com.br).
O nome do esporte, aportuguesamento da palavra football, é um exemplo disto. Antes que o termo futebol fosse oficialmente adotado, o nome estrangeiro estampava jornais que se referiam ao novo esporte. Mas talvez o exemplo mais notório nesse sentido possa ser encontrado no nome oficial do Grêmio (RS), fundado em 1903, e que mantem a grafia antiga até hoje : Grêmio Foot-ball Porto Alegrense.
Grêmio manteve a grafia "Foot-Ball"
Outro ótimo exemplo é o Sport Club Corinthians Paulista. Fundado em 1910, o Corinthians teve seu nome inspirado em um clube homônimo de Londres e que existe até hoje (provavelmente tenha vindo daí a necessidade de se adicionar o adjetivo "Paulista" ao nome do clube).
Camisa do Corinthian Casual
Um nome bastante pomposo para um clube que viria a se tornar um fenômeno de popularidade décadas mais tarde. Ironicamente, os torcedores do clube não só ignoram o "Sport Club" como adotaram informalmente a forma "Curintia", inclusive na grafia, para manifestar seu apoio ao time.

Outros dois aspectos da herança anglófona do Corinthians: São Jorge, o santo padroeiro da Inglaterra, é também o padroeiro do time. A letra do hino oficial do clube , composta pelo radialista Lauro Dávila entre 1951 e 1952, faz referência ao "esporte bretão" no verso "Figuras entre os primeiros / do nosso esporte bretão".
Com o passar dos anos o Corinthians se tornou um clube "do povo", inclusive levando alguns a se aproveitarem de sua grande popularidade para a obtenção de ganho político. Mas suas origens revelam um certo caráter elitista (como era o futebol em geral em seu início) que poderia ser tudo, menos 'genuinamente brasileiro'.

Sobre a herança inglesa no futebol, ela foi até certo ponto determinante na construção da identidade do Brasil que adotou o esporte como um símbolo, usando-o até hoje como forma de projeção internacional.

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O patriotismo de Ronaldo   

quarta-feira, 10 de abril de 2013

Black Sabbath: música nova no 'CSI'

Nesses tempos de downloads digitais, novas formas de divulgação devem ser criadas. E o Black Sabbath adotou uma estratégia diferente para o lançamento de seu novo single "End of the Beggining". A música será apresentada pela primeira vez no último episódio da atual temporada do seriado 'CSI: Crime Scene Investigation'.
No episódio dois personagens irão a um show do Black Sabbath enquanto a música é executada. O episódio irá ao ar dia 15/04 no canal CBS, enquanto '13', novo álbum de estúdio da banda com Ozzy Osbourne após 35 anos, tem lançamento previsto pra Junho.
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terça-feira, 9 de abril de 2013

O Comunismo Nike de Aldo Rebelo

E a Copa do Mundo de 2014 continua nos brindando com um festival de bizarrices, como revela essa imagem que mostra o Ministro dos Esportes Aldo Rebelo (do PCdoB - Partido Comunista Brasileiro) trajando um uniforme fabricado pela Nike em entrevista ao Programa Roda Viva da TV Cultura (assista ao programa clicando aqui). 
Como lembra o jornalista Juca Kfouri em seu blog (leia aqui), ironicamente o mesmo Rebelo foi responsável por uma CPI para investigar as relações entre a Nike e a CBF. Curioso lembrar que enquanto deputado ele também quis criar uma lei 'banindo' os estrangeirismos (sobretudo anglicismos) da Língua Portuguesa, e agora se apresenta quase que como um garoto propaganda da multinacional de origem norte-americana (relembre clicando aqui).
Estádio do Maracanã em obras que podem não ser suficientes para 2016
Em sua entrevista, o Ministro insistiu que a Copa já é um sucesso a despeito dos milhões gastos além do orçamento inicial. Só a título de exemplo, na semana passada levantou-se a suspeita de que as obras realizadas no Maracanã para a Copa de 2014 não estariam de acordo com as exigências para as Olímpiadas de 2016, ou seja, o estádio corre o risco de uma nova reforma após o mundial (leia mais aqui). Enquanto isso, o Estádio do Engenhão construído para os jogos Panamericanos encontra-se interditado por problemas estruturais.

E a ideia de legado apresentada pelo Ministro parece se limitar a oferta de Internet 4G às regiões 'mais afastadas' do País. Mas parece esquecer que as operadoras penam para oferecer uma conexão 3G digna a seus clientes.

Sobre a questão das obras de infraestrutura e seus impactos na cadeia produtiva, talvez alguém pudesse lembrá-lo que a construção de escolas e hospitais, bem como qualquer outra grande obra tendo em vista melhorias na mobilidade urbana também gerariam empregos e benefícios bem maiores do que trarão os estádios de futebol.

Enfim, seria pedir coerência demais a uma história descabida desde o seu início...
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segunda-feira, 8 de abril de 2013

Viper: Discografia Comentada

Há exatos 28 anos o Viper dava início a uma trajetória que se eternizaria na história do rock/metal mundial. 8 de Abril é a data do primeiro show da banda realizado em 1985 (posteriormente transformada também no título de uma canção).
Para celebrar essa  data  especial a banda prepara o relançamento de sua discografia e também um DVD gravado durante o ano passado na reunião com André Matos para se celebrar os 25 anos do primeiro álbum "Soldier of Sunrise", além de ter sido confirmada como uma das atrações do Rock In Rio.
Uma característica fundamental da obra do Viper é sem dúvida a diversidade. Não há um disco 'igual' ao outro. Isso causou confusão entre os fãs e podemos dizer que até prejudicou a carreira da banda em determinados momentos. Porém, ao analisarmos com o devido amadurecimento que só o tempo trás, fica evidente que isso foi mais uma virtude que um defeito.

A seguir, faço uma breve análise de cada um dos discos da banda.

Discografia Comentada

Soldiers of Sunsire (1987)

O disco marcou época por dois motivos: primeiro por trazer uma produção bastante razoável para os padrões da época. Segundo porque as música eram realmentes boas, na linha do metal tradicional com temas épicos a la Manowar. Já ficava evidente a facilidade da banda em produzir temas que 'grudavam na orelha'. Destaques para a faixa título, "H.R" e"Sign of the Times".

Theatre of Fate (1989)

Até hoje imbatível como "a obra-prima" do heavy metal nacional e digno de entrar em qualqer lista dos maiores clássicos do estilo. As características que despontavam em "Soldiers", não só se aprimoraram como geraram um verdadeira sinfonia. Com produção gringa, toda a riqueza melódica da banda ganhou destaque. E Pit Passarel se destacava pelas letras que se tornaram hinos de gerações. Injusto destacar uma só faixa. Disco para ser ouvido de 'cabo a rabo'. 

Evolution (1992)

O que você faz logo após compor uma obra-prima? Com o perdão do trocadilho, o Viper mostrou que a 'Evolução' sempre é possível, mesmo em cirscunstâncias desfavoráveis, como a saída do vocalista Andre Matos. Com Pit Passarel nos vocais, 'Evolution' trouxe um Viper distante do metal sinfônico numa junção de estilos que juntavam características que iam do metal tradicional, a riffs quase thrash. Pesado e e surpreendentemente original, consolidando o nome da banda no cenário internacional. Destaques: a grudenta 'Rebel Maniac', 'Dead Light', 'Still the Same e a faixa título. 

Vipera Sapiens (1992)

EP com 5 faixas inéditas e mais uma versão acústica para a balada "The Spreading Soul" do Evolution, cuja sonoriedade se aproxima.

Maniacs in Japan (1993)

O sucesso no Japão rendeu esse ótimo álbum ao vivo, em que podemos ouvir Pit Passarel cantando algumas faixas da fase Andre Matos. Podemos dizer que o que faltava a Pit em técnica sobrava em emoção, e as performances são realmente empolgantes.

Coma Rage (1994)

O Viper tinha ganho uma proporção que talvez os mais novos não consigam entender, então a expectativa sobre o sucessor do Evolution era muito grande. Talvez por isso muitos fãs tenham se desapontado com a sonoridade hardcore da faixa titulo. E talvez Coma Rage seja mesmo aquele tipo de álbum que causa estranhamento a princípio mas depois da segunda ouvida você já está cantando junto. Posteriormente, a própria banda reconheceu que a produção deixou a desejar. Destaques: 'Coma Rage', 'Far and Near' e 'Makin' Love'.

Tem Pra Todo Mundo (1996)

Parece que ter saído do Metal Tradicional para o 'Hardcore' não era suficiente para o Viper e "Tem pra todo mundo" foi o extremo das mutações da banda: um disco de pop rock em Português, com produtor do Legião Urbana e até um 'sambinha' no meio. Falando assim parece um 'fiasco', mas ao contrário o que temos é um ÓTIMO álbum, com boas letras e bem superior a  muita coisa que frequentava a parada da época. Mas  é claro que foi a 'morte' da banda para muitos fãs. E embora a faixa '8 de Abril' tenha atingido as paradas da MTV, o sucesso comercial não rolou. Destaques para as músicas 'Sábado', 'Na cara do gol' (sobre a qual já escrevi aqui) e '15 anos'.

Everybody, Everybody: The Best of Viper (1999)

Coletânea que abrange todos os trabalhos anteriores da banda, mas sem maiores atrativos.


20 years: Living For The Night (2005)



DVD comemorativo dos 25 anos da banda, com depoimentos (alguns bem engraçados) de integrantes das diversas fases. Mas o grande destaque é o show do 'Maniacs in Japan' que até onde eu sei não havia sido oficialmente lançado anteriormente. 


All My Life (2007)

E quando todo mundo dava o Viper como uma história acabada, eis que a ressurreição e a volta ao metal ocorre com o ótimo All My Life, que traz Ricardo Bocci nos vocais e também inclui uma participação especial de Andre Matos. O álbum soa como uma mescla do que melhor a banda produziu, ou seja, um pouco de Theatre of Fate aqui e um pouco de Evolution acolá, é claro com elementos mais modernos. A formação contudo não teve vida longa. Destaques: 'Come On Come On', 'Love is All' e 'Do it all Again'.

O que esperar do Viper? Com um banda que sempre se reinventou é difícil prever, mas aos fãs resta esperar que a banda surpreenda novamente e que sabe ainda venha nos presentear com novos discos.

Veja também:
Viper no Rock in Rio
Andre Matos: Review e vídeos do Show em Sorocaba/SP

sábado, 6 de abril de 2013

Skid Row: Kings of Demolition (ao vivo)

Confira o lyric vídeo de "Kings of Demolition" música nova de 'United  World Rebellion', novo álbum do Skid Row, o terceiro com Johnny Solinger nos vocais:

*Atualização (07/04/2013): o post original continha o lyric vídeo (vídeo com a letra) da música. Porém, o mesmo foi deletado por quem o hospedava. Por isso o substitui por essa versão ao vivo.

Veja também:

Airbourne: 'Live it Up" (lyric video)

Confira o lyric video de 'Live it Up' música nova da banda australiana Airbourne extraída do álbum "Black Dog Barking", que tem lançamento previsto para o dia 21/05:

sexta-feira, 5 de abril de 2013

Paul Di'Anno, o corinthiano

Além do nome "emprestado" de um clube inglês, de ter o mesmo padroeiro que a Inglaterra e cantar o esporte bretão em seu hino, o Corinthians tem uma outra ligação inusitada com a terra da rainha: Paul Di'anno, ex-vocalista do Iron Maiden, uma lenda do heavy metal britânico, não só adotou o Brasil como segunda pátria como acabou tornando-se torcedor corinthiano, com direito a carteirinha de torcida organizada e tudo mais.
Di'Anno, cujo nome de batismo é Paul Andrews. nasceu em Chingford, Inglaterra, no dia 17 de maio de 1958. Com o Iron Maiden gravou dois primeiros álbuns da banda: Iron Maiden (1980) e Killers (1981), clássicos absolutos do gênero, além do disco ao vivo Maiden Japan (1981).
Podemos dizer que Di'anno saiu do Iron Maiden mas o Iron Maiden nunca saiu de Di'anno, que desenvolveu uma carreira solo modesta e sempre manteve os clássicos que gravou com o Maiden no setlist de seus shows.
Como o Iron Maiden é simplesmente amado por aqui, não deve ter sido difícil para Di'anno se sentir em casa.
No momento, Paul Di'anno realiza uma turnê que está sendo anunciada como a última. Se algum "maidenmaníaco" nunca o viu ao vivo, é bom aproveitar a chance.
Sobre a relação de Paul Di'anno com o "bando de loucos" corintiano, uma música da época do Maiden pode simbolizar essa união: 'Wrathchild' do disco 'Killers'.
Veja também:

quinta-feira, 4 de abril de 2013

Música em homenagem ao São Paulo FC na Libertadores

Fiz essa música em homenagem ao São Paulo F.C. no ano de 2009. A letra fala da trajetória do clube em suas conquistas continentais e mundiais, com referências a seus principais símbolos (estádio do Morumbi, o mestre Telê Santana, as 3 cores do escudo). A gravação é só voz e violão, alma e coração. Pretendo regravá-la um dia. Mas por enquanto espero que toda a energia que motivou a sua criação possa inspirar também o time, que vai precisar de muita força para retomar seu caminho de vitórias. Confiram: 

quarta-feira, 3 de abril de 2013

A Cê-Bê-éFe-lização da Conmebol

Com a Libertadores de volta, não poderia deixar de lembrar das últimas presepadas da Conmebol. Refiro-me aos casos recentes envolvendo suspensões e anulação de suspensões.
Primeiro o episódio do sinalizador corintiano que rendeu uma vítima fatal, um jogo de suspensão e uma amistoso da Seleção Brasileira na Bolívia. Belas punições, certo? (pelo menos os responsáveis continuam presos, só não se sabe até quando...)
Depois com a pena desproporcional ao jogador Luís Fabiano (São Paulo FC). Quatro jogos de suspensão por ter reclamado com o juiz depois de terminado o jogo. Suspensão desproporcional! Um jogo, o normal para qualquer cartão vermelho, teria sido suficiente. 
Enquanto isso, Elano (Grêmio) agrediu um bandeirinha com um chute e sequer foi punido. 
O mesmo ocorrendo com um jogador do Arsenal da Argentina que em uma partida deu um carrinho criminoso em Ronaldinho Gaúcho e também não recebeu punição alguma.
Com essas presepadas a Conmebol vai caindo em descrédito com os torcedores como aconteceu com a Confederação Brasileira de Futebol, que com decisões discutíveis e parciais ao longo dos anos perdeu o respeito pelo menos dos torcedores mais críticos 

Instituições assim, ao invés de promover seus clubes e torneios, parecem querer engrandecer a si próprias, para a infelicidade do futebol...
Atualização 04/04: Ontem mais um episódio lamentável com os jogadores do Arsenal (Arg) entrando em confronto com a polícia após a derrota por 5x2 para o Atlético Mineiro. Aguardemos para saber qual  será a atitude da Conmebol.  

Veja também:
A Omissão da Conmebol

terça-feira, 2 de abril de 2013

Seleção Brasileira: Convocados para o amistoso contra a Bolívia

Saiu a lista dos convocados por Felipão para o amistoso contra a Bolívia, que ocorre no próximo sábado, em Santa Cruz de la Sierra, às 16h30. Desta vez, foram convocados apenas atletas que atuam no Brasil. 


Mais um amistoso inútil, que servirá apenas para fazer média com os bolivianos depois do fatídico espisódio do 'sinalizador corintiano' que matou um jovem torcedor local. Vamos ver se Felipão pelo menos consegue sua primeira vitória...

Confira os convocados:

Goleiros

Jefferson (Botafogo)
Matheus Caldeira (Corinthians)

Laterais
André Santos (Grêmio)
Douglas Santos (Náutico)

Zagueiros
Dedé (Vasco)
Dória (Botafogo)
Rever (Atlético-MG)

Volantes
Arouca (Santos)
Jean (Fluminense)
Paulinho (Corinthians)
Ralf (Corinthians)

Meias
Jadson (São Paulo)
Ronaldinho (Atlético-MG)

Atacantes
Alexandre Pato (Corinthians)
Leandro (Palmeiras)
Leandro Damião (Internacional)
Neymar (Santos)
Osvaldo (São Paulo)


Veja também:

segunda-feira, 1 de abril de 2013

G.I. Joe 2: Retaliação

Quem procura um filme apenas divertido, sem se preocupar muito com a profundidade da narrativa, pode encontrar algumas qualidades em "G.I. Joe 2: Retaliação" (dir. Jon M. Chu). Afinal, ninguém pode esperar mais que isso de um filme inspirado em um linha de brinquedos e que tem o grandalhão Dwayne Johnson, na pele de Roadblock, como protagonista.
Deve ter muito marmanjo que, assim como eu, era fã dos G.I. Joe (por aqui batizados de "Comandos em Ação"). Por isso, impossível não ter uma certa nostalgia ao ver seus personagens favoritos de infância na tela grande.
Na trama dessa segunda aventura cinematográfica, os soldados de elite do exército americano se veem encrencados quando o grupo terrorista Cobra faz o que todo terrorista sonha em fazer: sequestram o presidente norte-americano, colocando o Zartan, o vilão mestre em disfarces, em seu lugar. O falso presidente arma uma emboscada para os Joes que ficam reduzidos a apenas quatro (entre os quais Snake Eyes, o popular "ninja negro", que com sua armadura negra parece mais um metal hero de uma série japonesa dos anos 90 que um soldado de elite do exército americano), mas recebem alguns reforços ao longo do caminho, 
Paralelo a isso, o Comandante Cobra é resgatado de um prisão de segurança máxima por, o popular "ninja branco".  Com o falso presidente e o Comandante Cobra livres, o plano de domínio global da organização criminosa parecem próximos de se concretizar.
Mas eis que "o primeiro Joe", ninguém menos que o vovô 'duro de matar' Bruce Willis, aparece para dar aquela força aos heróis. Sua participação ainda que rápida é um dos momentos mais divertido do filme, especialmente quando ele mostra alguns brinquedinhos que ainda guarda em casa.
Falando novamente em nostalgia, a narrativa reflete um pouco a inocência perdida nos filmes de ação. O Comandante Cobra, um vilão à moda antiga. Sua única ambição é dominar o mundo. E só. Não há motivações políticas ou nada parecido para justificar a sua maldade, o que se aplica a seus comparsas. É o bem contra o mal pura e simplesmente.
Não é preciso falar que os planos do Cobra serão frustrados da maneira mais cartunesca possível. E com muitos tiros e explosões. Ah, e com uma espetacular sequência de lutas de ninjas. Confira o trailer:

domingo, 31 de março de 2013