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sábado, 5 de julho de 2025

OZZY e BLACK SABBATH: Nunca será o fim!


Essa despedida do Ozzy/Black Sabbath foi emocionante. 

Ozzy é tão amado que foi capaz de reunir bandas e artistas que nenhum outro festival conseguiria, só pelo fato de que esses artistas queriam estar lá para prestar sua homenagem (o evento foi beneficente). 

Outro ponto que eu acho muito legal é que o rock / metal tem muitos defeitos, mas etarismo não é um deles. É possível ver na plateia muitos jovens emocionados com a despedida de um vovô que canta com dificuldade e não consegue ficar em pé, mas que transborda carisma. E é assim mesmo: amamos nossos velhinhos e estamos com eles até o fim (ou recomeços, como já aconteceu tantas vezes). 

Obrigado Ozzy / Black Sabbath por terem inspirado tantas gerações! 

Nunca será o fim!



sexta-feira, 14 de agosto de 2020

O extraordinário Madman

Toda vez que ouço um lançamento de uma lenda como Ozzy Osbourne eu fico extremamente grato por ter o privilégio de ouvi-los mais uma vez, apesar da idade e das condições de saúde não colaborarem tanto.

No caso do Madman, pelo menos em estúdio as coisas ainda fluem muito bem. Acompanhado por um time de estrelas (Elton John, Chad Smith, Tom Morello, Slash, para citar alguns convidados ilustres) Ozzy entrega um disco consistente, talvez o melhor desde Ozzmosis.

Faixas como Straight to Hell, All my life, Ordinary Man e Under the Graveyard podem figurar tranquilamente ao lado de grandes hits da carreira de Ozzy. Aliás, a faixa título em parceria com Elton John é emocionante e nos faz refletir sobre a finitude da vida, ao olhar em retrospecto a trajetória do próprio Ozzy.

Under the graveyard é perfeita em sua estrutura e tem uma progressão muito legal, sendo a minha faixa favorita.

As outras músicas mantém o nível. O problema ocorre com as duas últimas faixas que tem a participação do trapper (sic) Post Malone. Se It’s a Raid é rápida e quase punk (o que já é meio esquisito), Take what you want é bastante inapropriada. Seja por fugir do hard rock / metal sendo quase um “Trap” ou pelo excesso de auto-tune. Isso sem dúvidas afeta um pouco a avaliação final do disco. Prefiro considerar essas músicas como “bônus” e entendê-la como uma forma de promover o álbum para uma audiência mais jovem, embora ache que a fan-base do Ozzy seja sólida o suficiente para ele utilizar desse recurso muito difundido entre artistas mais pop. A produção de Andrew Watt, conhecido por seus trabalhos nada metálicos com artistas como Justin Bieber, Lana del Rey, Dua Lipa,  Milley Cirus, entre outros, também contribui para essa impressão de que o velho Ozzy (ou o seu management) estavam mirando a geração streaming e não os  fãs old school que cresceram ouvindo seus vinis do Príncipe das Trevas.

Mesmo com essas ressalvas, o resultado é bem satisfatório e considero esse um dos grandes lançamentos de 2020.

quinta-feira, 26 de março de 2020

terça-feira, 19 de agosto de 2014

Pop Javali tocando Ozzy Osbourne

O trio de hard rock Pop Javali divulgou um vídeo executando o clássico "Bark at the Moon" do Ozzy Osbourne. Confira: 
A banda é formada por Marcelo Frizzo (baixo e vocal), Jaéder Menossi (guitarra) e Loks Rasmussen (bateria). Recentemente o Pop Javali lançou o álbum "The Game of Fate" (leia a resenha CLICANDO AQUI).

domingo, 11 de maio de 2014

Dia das Mães Rock'n'Roll

Uma pequena seleção para celebrar esta data tão especial. Um excelente domingo e um Feliz dia Das Mães a Todos!

1. Ozzy Osbourne: Mama, I'm Comin' Home

Ele 'come' morcegos e passou a maior parte de sua vida chapado, mesmo assim é capaz de dizer, "mamãe, estou vontando para casa".

2. U2: Mother of the disappeared.

Comovente música do U2 que fala de mães que perderam seus filhos retirados.

3. Pink Floyd: Mother

Outra belíssima canção! Na letra, a mãe é a figura a quem o interlocutor faz algumas perguntas filósoficas. 

4. Danzig: Mother

Que adolescente nunca pelo menos se aborreceu com os pais? Não é à toa que há uma grande quantidade de músicas com essa temática, como esse clássico do Danzig.

5. Bon Jovi: If I was your mother

Apesar de ser uma excelente música, tem uma letra que sempre achei bastante esquisita com versos do tipo "se eu fosse sua mãe eu estaria mais perto de você". E sinceramente não queria que o Jon Bon Jovi fosse a minha mãe...

6. Queen: Tie your mother down

Por fim, uma coisa que você não deverira fazer, especialmente hoje: "Amarrar a sua mãe" (a não ser que seja em um forte abraço caso ela esteja por perto).     

segunda-feira, 22 de abril de 2013

Black Sabbath: ouça a inédita The End of the Beginning

Ouça "The end of the beginning" mais uma música inédita do Black Sabbath, desta vez executada ao vivo em um show na Nova Zelândia durante o início da nova turnê:
Veja também:

quinta-feira, 18 de abril de 2013

Black Sabbath: ouça a inédita 'God is Dead?'


O Black Sabbath disponibilizou nesta quinta-feira "God is Dead?" o primeiro single de seu novo álbum '13', que tem  lançamento previsto para o dia 13 de junho. Confira! 


Veja também:

quarta-feira, 10 de abril de 2013

Black Sabbath: música nova no 'CSI'

Nesses tempos de downloads digitais, novas formas de divulgação devem ser criadas. E o Black Sabbath adotou uma estratégia diferente para o lançamento de seu novo single "End of the Beggining". A música será apresentada pela primeira vez no último episódio da atual temporada do seriado 'CSI: Crime Scene Investigation'.
No episódio dois personagens irão a um show do Black Sabbath enquanto a música é executada. O episódio irá ao ar dia 15/04 no canal CBS, enquanto '13', novo álbum de estúdio da banda com Ozzy Osbourne após 35 anos, tem lançamento previsto pra Junho.
Veja também:

terça-feira, 19 de março de 2013

Randy Rhoads (06/12/1956 - 19/03/1982)

Há 30 anos falecia Randy Rhoads, um dos maiores guitarristas da história, vítima de um acidente aéreo.
De carreira fulminante, tendo gravado apenas dois discos com o Quiet Riot (Quiet Riot I & II) e dois com Ozzy Osbourne (Blizzard of Oz  & Diary of a Madman, de 1980 e 1981, respectivamente) os riffs de Randy marcaram época e influenciaram gerações de guitarristas. Para celebrar sua memória, um dos seus riffs mais conhecidos:
Veja também:

quinta-feira, 18 de outubro de 2012

domingo, 8 de julho de 2012

Born to rock

Nessa semana que passou comemorei meu aniversário e esse tema de "nascido para o rock'n'roll" (um tema clássico, diga-se de passagem...) me veio à cabeça.

Por isso, a seguir um "Top 5" de clássicos do rock para lembrar aqueles que nasceram com esse dom chamado rock'n'roll!

Enjoy it! 

1. Born to be Wild - Steppenwolf

Motocicletas, jaquetas e rock'n'roll. O que seria do mundo rocker sem esse clássico do "lobo da estepe"., que ainda leva o crédito de ter usado o termo 'heavy metal' pela primeira vez! 



2. Motorhead - Born to Raise Hell

Se o Lemmy não nasceu para o rock'n'roll, então ele o criou! Essa versão é a do filme "Airheads" ("Os cabeças de vento") e conta com a participação de Ice-T e Withfield Crane.


3. Raised on Rock - Scorpions

Clássico da fase mais recente do Scorpions! Muitos dos que foram "criados no rock" ("raised on rock") tem nos mestres alemães seus mentores!


4. I Don't Wanna Stop - Ozzy Osbourne

Quem já leu a hilária biografia do Ozzy ou a conhece por outras fontes sabe que o próprio fato de ele estar vivo é um ddesafio à ciência, tamanha a quantidade de enrascadas e substâncias químicas "não convencionais'" por ele ingeridas nesses anos todos. Por isso quando ele fala que "não quer parar" é melhor não duvidar! 



5. Child of Babylon - Whitesnake

David Coverdale é um dos meus vocalistas favoritos de todos os tempos. Essa música é do clássico "Come 'n' Get it", de 1981, ano em que eu nasci. A temática também é clássica, falando do rocker errante que não sabe pra onde ir.