terça-feira, 13 de julho de 2021
Os melhores lançamentos do primeiro semestre de 2021
sexta-feira, 15 de janeiro de 2021
O Rockdown de Paul McCartney
Só mesmo um gênio como Paul McCartney para transformar a própria vida em um conceito musical.
É o que Paul fez com seu novo álbum “McCartney III”.
McCartney I e II foram feitas em uma espécie de isolamento
voluntário do eterno Beatle.
O primeiro após a dissolução de sua banda. O segundo na
virada para os anos 80 quando as coisas também não iam lá muito bem.
E agora, diante das circunstâncias da pandemia, Macca aproveitou
o isolamento para gravar todos os instrumentos canções que compõem III. Assim,
nas palavras do próprio Paul, o “Lockdown” virou um “Rockdown”.
O resultado são pequenas crônicas intimistas como boa parte
do que Paul já produziu até aqui, com seu habitual ecletismo musical.
Os melhores momentos ficam por conta de Long Tailed Winter
Bird, a pop Find My Way, Slidin’ com seu riff maneiro, a reflexiva Seize the
day e a balada The Kiss of Venus.
As críticas por aí foram mistas. Mas é uma questão de tempo para que o disco seja compreendido como um clássico de uma inusitada e genial trilogia.
sábado, 2 de janeiro de 2021
Andre Matos: O Maestro do Heavy Metal (review)
quarta-feira, 30 de setembro de 2020
Deep Purple: Whoosh é muito mais que um sopro de inspiração
O disco do ano. Simples assim. A impressionante musicalidade
do quinteto obviamente não é segredo para ninguém, mas fazia muito tempo que eu
não me impressionava com um lançamento do Deep Purple.
Se nunca faltou qualidade nos lançamentos recentes da banda,
talvez faltasse aquele sopro de inspiração em algumas canções, afinal estamos
falando de uma das maiores bandas da história.
Whoosh! Resolve brilhantemente esse problema. O disco
transborda inspiração, seja nas performances individuais nos músicos ou na
naturalidade e carisma das interpretações de Ian Gillan.
Steve Morse dá as cartas na envolvente faixa de abertura
Throw my Bones, mas é impressionante como se ouve claramente cada instrumento e
tudo devidamente encaixado.
Outros momentos memoráveis são o groove viciante de Drop
your weapon que descamba pra uma jam empolgante; a introdução vibrante de We’re
all the same in the dark; Nothing at all com um brilhante interpretação de
Gillan; a magnífica The long way around, com um belíssimo solo de teclado e a
regravação de And the address, instrumental dos primórdios do Purple.
sexta-feira, 14 de agosto de 2020
O extraordinário Madman
Toda vez que ouço um lançamento de uma lenda como Ozzy Osbourne eu fico extremamente grato por ter o privilégio de ouvi-los mais uma vez, apesar da idade e das condições de saúde não colaborarem tanto.
No caso do Madman, pelo menos em estúdio as coisas ainda fluem
muito bem. Acompanhado por um time de estrelas (Elton John, Chad Smith, Tom Morello,
Slash, para citar alguns convidados ilustres) Ozzy entrega um disco
consistente, talvez o melhor desde Ozzmosis.
Faixas como Straight to Hell, All my life, Ordinary Man e
Under the Graveyard podem figurar tranquilamente ao lado de grandes hits da
carreira de Ozzy. Aliás, a faixa título em parceria com Elton John é
emocionante e nos faz refletir sobre a finitude da vida, ao olhar em retrospecto
a trajetória do próprio Ozzy.
Under the graveyard é perfeita em sua estrutura e tem uma
progressão muito legal, sendo a minha faixa favorita.
As outras músicas mantém o nível. O problema ocorre com as
duas últimas faixas que tem a participação do trapper (sic) Post Malone. Se It’s
a Raid é rápida e quase punk (o que já é meio esquisito), Take what you want é
bastante inapropriada. Seja por fugir do hard rock / metal sendo quase um “Trap”
ou pelo excesso de auto-tune. Isso sem dúvidas afeta um pouco a avaliação final
do disco. Prefiro considerar essas músicas como “bônus” e entendê-la como uma
forma de promover o álbum para uma audiência mais jovem, embora ache que a
fan-base do Ozzy seja sólida o suficiente para ele utilizar desse recurso muito
difundido entre artistas mais pop. A produção de Andrew Watt, conhecido por seus
trabalhos nada metálicos com artistas como Justin Bieber, Lana del Rey, Dua
Lipa, Milley Cirus, entre outros, também
contribui para essa impressão de que o velho Ozzy (ou o seu management) estavam
mirando a geração streaming e não os fãs
old school que cresceram ouvindo seus vinis do Príncipe das Trevas.
Mesmo com essas ressalvas, o resultado é bem satisfatório e
considero esse um dos grandes lançamentos de 2020.
quarta-feira, 26 de novembro de 2014
Paul McCartney - Out There Tour (Allianz Parque - São Paulo - 25/11/2014)
Paul McCartney - Out There Tour
Allianz Parque - Set list:
Estádios lindos e times feios
quarta-feira, 9 de abril de 2014
"Noé": um dilúvio non-sense na releitura do mito bíblico
sábado, 25 de janeiro de 2014
Dr. Sin: review, fotos e vídeos do show em Sorocaba/SP (Pirilampus Bar - 24/01/2014)
Tudo porque estamos diante de Andria Busic (baixo/voz), Ivan Busic (bateria/voz) e Edu Ardanuy, todos mestres em seus instrumentos e que juntos possuem essa química explosiva que faze do Dr. Sin uma das bandas mais originais que eu já ouvi na vida.
Veja também:
Review: Dr. Sin - Monsters of Rock 2013 (Arena Anhembi - 20/10/2013)
terça-feira, 31 de dezembro de 2013
Rock: os 10 melhores álbuns de 2013
Rock: os 10 melhores álbuns de 2013
1. Buckcherry: “Confessions”
Álbum conceitual, maduro do ponto de vista lírico, que ao meu ver levou que Buckcherry a um outro nível. Ouvirei até cansar (o que ainda não aconteceu…). Leia review completo: http://blog-na-mira.blogspot.com.br/2013/10/review-buckcherry-confessions-2013.html2. Crashdiet: “The Savage Playground”
O vocalista Simon Cruz deu um novo gás ao Crashdiet que lançou mais um grande álbum que consolida o Crashdiet como uma das mais empolgantes bandas de hard rock da atualidade.3. Paul McCartney: “New”
4. Dream Theater: “Dream Theater”
5. Pink Cream 69: “Ceremonial
6. W.E.T: “Rise up!”
7. Michael Monroe: “Horns & Halos”
8. Humberto Gessinger: “Insular”
9. Saxon: “Sacrifice”.
O Saxon é uma instituição do Metal Britânico e está em uma ótima fase como comprova o ótimo Sacrifice.10. Bon Jovi: “What about now”
Leia review completo:
http://blog-na-mira.blogspot.com.br/2013/07/review-bon-jovi-what-about-now-2013.html
quinta-feira, 12 de dezembro de 2013
Review: Humberto Gessinger: 'Insular' (2013)
Veja também:
Humberto Gessinger fala do atual momento do rock nacional






















