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sábado, 2 de novembro de 2024

"A geração ansiosa": Recuar para avançar?


Lendo sobre vocês aí!

O livro "A geração ansiosa" de Jonathan Haidt é um bom ponto de partida para uma discussão muito complexa sobre como pais e escolas devem lidar com a tecnologia, especialmente com os smartphones na vida das crianças e adolescentes. 

A solução simples seria banir o aparelho até a quase maioridade, porém, isso entraria em choque com o modelo de sociedade em que vivemos e esbarraria inclusive no "mau exemplo" dos adultos. Estamos preparados para esse "recuo estratégico"? Enfim, recomendo a leitura e a reflexão.

domingo, 6 de novembro de 2016

Paul McCartney é tema de questão do ENEM 2016

Já que o ENEM 2016 foi o maior assunto do fim-de-semana (aliás, o Enem e a goleada no Majestoso), destacamos uma questão de INGLÊS que pedia para que o candidato identificasse o tema da canção "Ebony and Ivory" que PAUL McCARTNEY gravou com STEVIE WONDER.

A música que fala de igualdade racial (ou "respeito étnico", como colocada na questão do ENEM) foi lançada em 1982 como single e faz parte do álbum "Tug of War" de Paul McCartney, lançado no mesmo ano. 

A música foi um grande sucesso chegando ao primeiro lugar das paradas dos EUA e REINO UNIDO, o que mostra que a música pop já teve muito mais conteúdo. Confira o clipe e abaixo a letra e a tradução da canção:

Ebony And Ivory - Letra

Ebony and ivory live together in perfect harmony
Side by side on my piano keyboard
Oh, Lord, why don't we?

We all know that people are the same wherever we go
There is good and bad in everyone

We learn to live
We learn to give each other what we need to survive
Together alive

Ebony and ivory live together in perfect harmony
Side by side on my piano keyboard
Oh, Lord, why don't we?

Ebony, ivory, living in perfect harmony
Ebony, ivory

We all know that people are the same wherever we go
There is good and bad in everyone

We learn to live
We learn to give each other what we need to survive
Together alive

Ebony and ivory live together in perfect harmony
Side by side on my piano keyboard
Oh, Lord, why don't we?

Side by side on my piano keyboard
Oh, Lord, why don't we?

Ebony, ivory, living in perfect harmony
Ebony, ivory, living in perfect harmony
Ebony, ivory, living in perfect harmony
Ebony, ivory, living in perfect harmony

Ebony and Ivory - Tradução

O ébano e o marfim vivem juntos em perfeita harmonia
Lado a lado no teclado do meu piano
Ah, Senhor, por que não a gente?

Nós sabemos que todos são iguais aonde quer que vamos
Existe o bem e o mal em todo mundo

Nós aprendemos a viver
Aprendemos a dar um ao outro o que precisamos para
Sobreviver juntos

O ébano e o marfim vivem juntos em perfeita harmonia
Lado a lado no teclado do meu piano
Ah, Senhor, por que não a gente?

O ébano e o marfim vivendo em perfeita harmonia
O ébano e o marfim

Nós sabemos que todos são iguais aonde quer que vamos
Existe o bem e o mal em todo mundo

Nós aprendemos a viver
Aprendemos a dar um ao outro o que precisamos para
Sobreviver juntos

O ébano e o marfim vivem juntos em perfeita harmonia
Lado a lado no teclado do meu piano
Ah, Senhor, por que não a gente?

Lado a lado no teclado do meu piano
Ah, Senhor, por que não a gente?

O ébano e o marfim vivendo em perfeita harmonia
O ébano e o marfim vivendo em perfeita harmonia
O ébano e o marfim vivendo em perfeita harmonia
O ébano e o marfim vivendo em perfeita harmonia


Veja também:
8 pontos cruciais para o sucesso da Reforma do Ensino Médio

sábado, 15 de outubro de 2016

Dia Dos Professores: 5 clássicos do rock em homenagem aos mestres


Professores já foram identificados como opressores, mas hoje se encontram mais entre os oprimidos. Seja pela falta de valorização da profissão ou pela falta de investimento estratégico na Educação, que é mais vista pelos nossos governantes como despesa do que como investimento a longo prazo.

A esses profissionais tão importantes (entre os quais com orgulho me incluo) uma seleção com 5 clássicos que falam direta ou indiretamente sobre o magistério.

1. Pink Floyd - Another Brick on The Wall 

Seu refrão é um dos mais conhecidos da história do rock. Um belo registro da história da Educação que felizmente foi superado. Mostra justamente o que não se espera da escola.

2. Jethro Tull - Teacher

Ao contrário da música do Pink Floyd, o "Professor" da música aparece para abrir a mente das pessoas e tirá-las da mesmice. 

3. Jack Black and the School of Rock - Teacher's Pet

Na mesma linha lírica do Jethro Tull, temos a canção tema do filme "Escola do Rock", fundamental tanto para educadores quanto para rockeiros. Uma verdadeira ode ao pensamento irreverente com uma grande performance de Jack Black e das crianças.  

4. Ramones - Rock'n'Roll High School

Outra música crítica, mas bem mais escrachada. Tem aquela coisa do "I don't care" típica da adolescência. 

5. Van Halen - Hot For Teacher

Van Halen com David Lee Roth sempre foi diversão garantida. É claro que a letra é sexista, mas trata-se sem dúvida de um grande clássico e de um dos mais memoráveis videoclipes da história do rock'n'roll.  

sexta-feira, 23 de setembro de 2016

8 pontos cruciais para o sucesso da Reforma do Ensino Médio

A reforma do Ensino Médio é necessária e já está atrasada em algumas décadas. Mas tentar enfiá-la goela abaixo da sociedade como está se tentando fazer é um movimento perigoso e gravíssimo.

Eis alguns pontos que não deveriam escapar da reflexão de todos preocupados com o tema:

1) Polêmica e Legitimidade

Uma reforma desse porte SEMPRE será POLÊMICA. Daí que não se pode esperar que um governo SEM LEGITIMIDADE conduza um processo desses. Em São Paulo por muito menos o Governo Alckmin sofreu sua maior derrota ao enfrentar movimentos estudantis com sua reorganização que fecharia algumas escolas e mudaria o perfil de tantas outras. 

2) Cortina de Fumaça?

A Educação NUNCA é prioridade para os nossos governantes já que seus resultados são a longo prazo e não cabem em um ciclo eleitoral. Políticos gostam de números concretos: construí tantas escolas, matriculei tantos alunos, etc. É o máximo que fazem. Deveríamos então aplaudir Temer por querer dar uma importância inédita a essa reforma curricular do Ensino Médio, certo? Errado! Parece evidente o uso político dessa urgência toda por dois motivos: estabelecer uma agenda "positiva" para o governo sem a credibilidade das urnas e criar uma cortina de fumaça para desviar a atenção de outros pontos que envolvem direitos trabalhistas e mesmo investigações de corrupção em curso. Afinal, foi só essa bomba estourar para monopolizar os noticiários e o debate público.

3) Uma reforma dessa magnitude NÃO PODE FALHAR! 

Primeiro, porque envolve bilhões em recursos e não é preciso discorrer sobre a situação econômica do país e do próprio governo. Segundo e mais importante: se falhar, teremos gerações perdidas. E uma das principais motivações dessa mudança deve ser resgatar o Ensino Público e não sepultá-lo de vez, que é o que eventualmente ocorreria se os adolescentes da atual geração passassem por essa mudança brutal para depois de adultos perceberem que foi em vão.

4) Complexidades regionais não podem ser ignoradas

Além dos aspectos políticos citados, ignorar as grandes diferenças regionais do país parece ser, como se diz popularmente, dar corda para se enforcar. Por isso, é preciso prudência. Acredito que o ideal seja criar escolas de referência para testar o novo modelo proposto e um plano de expansão para o mesmo para que haja o tempo necessário para a maturação e aperfeiçoamento dos novos conceitos.

5) Desvalorização do Professor

Outro ponto bastante negativo é a brecha para que profissionais de outras áreas mas com "notório saber" possam atuar como docentes. Há diversas implicações nisso. É como se déssemos a um curandeiro um diploma de Medicina por seu notório conhecimento em ervas medicinais. Professor tem que ter formação específica. Isso deveria ser reforçado e não relativizado. 

6) O professor é CÚMPLICE do SISTEMA

Como professor, sinto-me muito triste em afirmar que, embora goste do papel de vítima, o professor é CÚMPLICE de tudo isso que está ocorrendo. De modo geral, professores não se interessam em discutir sua profissão; não são ativos em suas entidades de classe; deixam sua indignação limitada à sala dos professores. Reclamam que não são ouvidos, mas não fazem questão de se fazer ouvir. Não raro fogem de qualquer discussão pedagógica mais profunda. Não enxergam que todo esse individualismo apenas enfraquece a profissão. 

7) Não subestimem os alunos

Um discurso comum é que os alunos serão mais ou menos críticos se tiverem mais ou menos aulas da disciplina X ou Y. O fato é que algumas disciplinas já tem uma carga horária ridícula, chegando a uma aula semanal de 40 minutos nos cursos noturnos. Na prática, essas disciplinas fazem pouquíssima diferença no currículo. É claro que todo conhecimento é relevante. Mas a capacidade crítica do aluno nativo digital não necessariamente precisa passar pelo filtro da sala de aula. A velha máxima "o governo não quer que as pessoas aprendam a pensar" pode até continuar verdadeira, mas o "aprender a pensar" não ocorre exclusivamente na escola, nem é exclusividade de uma única disciplina. Outro ponto discutível é o de que o jovem não está preparado para esse tipo de escolha. Outros países já adotam sistemas semelhantes sem qualquer drama. Se queremos protagonismo, é preciso oferecer oportunidades de escolha.

8) Estrutura das Escolas

Se em São Paulo que é um dos Estados mais ricos da União há escolas sem recursos, sem merenda e com prédio antiquados, podemos imaginar o que encontraremos no interior do país. Portanto, o investimento em estrutura deverá ser pesado para não reproduzirmos o que já ocorre por aqui, que são escolas integrais que oferecem o mesmo tipo de aula em dois períodos, sem nada de atrativo aos alunos.

Como afirmei no início, mudar o currículo é imprescindível. É bom lembrar que a Reforma do Ensino Médio também estava nos planos da presidente Dilma Rousseff. De fato, precisamos de uma escola que olhe para o futuro. O problema é que nosso presente está repleto de contradições que afetam a credibilidade desse processo. Discutir permanente o tema é a única forma possível de evitar traumas. Não adianta o governo querer atropelar a vontade de alunos e professores, pois esses serão os mecanismos dessa engrenagem. Ignorá-los pode levar boas ideias e intenções a um retumbante fracasso.

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ADEUS, GERAL: assista documentário sobre a Elitização do Futebol

sábado, 5 de dezembro de 2015

Escolas Ocupadas: Estudantes dão aula no Governo Paulista


Para quem não acompanha a realidade das escolas públicas estaduais paulistas, talvez o protesto dos estudantes contra o governo de São Paulo em ocasião de sua "reorganização escolar" pareça exagerado ou mera politicagem. Mas para quem vive o dia-a-dia dessa rede de ensino e conhece toda sua complexidade já pressentia que tal medida seria muito ruim, afetando negativamente toda a comunidade escolar.

O governo paulista certamente não esperava tamanha resistência por parte dos estudantes. Aliás, acho que ninguém esperava. Igualmente surpreendente foi a cobertura desses protestos. Veículos que tradicionalmente varrem para debaixo do tapete qualquer manifestação contra o governo paulista divulgaram quase que diariamente o descontentamento dos alunos.

Representantes do governo tucano tentaram desqualificar as ações, dizendo que elas eram "políticas". Esse é um dos argumentos mais patéticos que ainda perduram: um político "profissional" desqualificar alguma manifestação por ela ser "política". Parece que não entendem bulhufas do que estão fazendo...
Em meio a tantas discussões, o agora ex-secretário de Educação de São Paulo afirmou que sentia "vergonha da educação do Estado". Faltou dizer para ele que um mesmo partido há mais de duas décadas gerencia a educação paulista. O patrão não deve ter gostado nada de ouvir isso.

Coincidentemente ou não, logo após o governador, com aquela cara de cachorro que caiu da mudança, anunciar o adiamento da reorganização, o secretário "pediu para sair".

Ter uma escola próxima de casa não é só um dos mais básicos direitos que um estudante pode ter. Em muitos contextos é uma questão de segurança dos alunos e tranquilidade dos pais. Acho que não precisa ser petista, comunista ou anarquista para entender isso. E não, o objetivo nunca foi "desviar o foco do impeachment". A não ser que os alunos tivessem bola de cristal para adivinhar com mais de um mês de antecedência a bagunça que ocorreu em Brasília nesta última semana. 

Essa vitória foi um 'golaço' dos estudantes. Uma verdadeira aula de cidadania para autoridades e para muitos professores que se negam a discutir ou questionar as medidas que lhes são impostas. É disso que estávamos precisando!

Charge extraída de : 

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segunda-feira, 15 de junho de 2015

Gol antológico de Roberto Carlos vira aula de Física em animação

O gol antológico marcado por Roberto Carlos contra França em partida realizada em 1997 virou uma aula de Física em uma animação feita pela TED-ED que explica o "efeito Magnus". Não encontrei o vídeo em Português, mas como a animação é muito em feita acredito que auxilie a compreender o conceito apresentado. De qualquer forma vale pela curiosidade:


E aqui você pode relembrar o gol que deu origem a aula: 




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sábado, 28 de março de 2015

Rachel Sheherazade, Paulo Freire e o debate público sobre a qualidade da Educação


Fugindo um pouco dos nossos temas habituais, dedico essa postagem para falar um pouco sobre o 'debate' público que anda ocorrendo nas redes sociais e que envolve a educação brasileira. Para a jornalista RACHEL SHEHERAZADE (Rádio Jovem Pan/SBT), segundo publicado em seu perfil no Facebook (leia AQUI e AQUI), a culpa da falta de qualidade da EDUCAÇÃO é da IDEOLOGIZAÇÃO dos professores inspirados especialmente por PAULO FREIRE (1921-1997), um pensador de esquerda e cujo trabalho sempre se pautou no empoderamento das classes desfavorecidas, em um discurso plenamente de acordo com as necessidades de um país recém-saído da ditadura e com diferenças sociais ainda mais gritantes nos anos 80 e 90. 


Muito conveniente ela propagar isso nas redes sociais num momento em que os professores da rede estadual de São Paulo articulam sua GREVE. Então a falta de estrutura, investimento, políticas educacionais consistentes entre outros sem número de fatores são secundários frente as convicções ideológicas dos professores (se é que elas de fato existem)? Além disso, jornais como Folha e Estadão publicaram editorais tentando levar a opinião pública a crer que os professores engajados em lutas por melhorias para educação pública são vilões. Ou seja, mais uma vez a mídia se coloca contra os professores. Espero que pelo menos vocês amigos que estão lendo isso estejam ao lado dos que defendem a educação de verdade.

Veja também:
Futebol nas Manifestações: O legado da Copa

quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

A paixão pelo futebol atrapalha a educação das crianças?

Semana passada me deparei com um artigo bastante interessante intitulado "Futebol, Paixão e Educação" (clique aqui para ler o artigo na íntegra) que tratava da paixão pelo futebol, esse traço tão marcante de 'brasilidade' e suas influências na Educação das crianças.

Após traçar um panorama da paixão futebolística incentivada pelos pais desde cedo e suas consequências mais extremas de agressividade, a autora sugere que os pais devessem desistimular a compra de materiais escolares alusivos a clubes de futebol, a fim de manter a rivalidade futebolística longe da escola, preservando assim as crianças de comportamentos agressivos de colegas que torcem para outros times e sugere vias  de diálogo entre pais e filhos para que esses aprendam a lidar com a situação, além de propor uma série de outros questionamentos sobre a postura de pais e educadores.

Reproduzo aqui um fragmento do artigo:
Para proteger nossas crianças, precisamos orientá-las quanto aos limites necessários quando o assunto é futebol e, ainda mais do que isso, se possível, as desestimular quanto à compra de materiais caracterizados, pois não temos o menor controle sobre o que se passa pela cabeça de outro jogador com os “ânimos mais exaltados”, vamos assim dizer.

Além de fã de futebol e rock'n'roll, sou também professor, trabalhando em escolas públicas e particulares e já presenciei muitas confusões causadas por situações de rivalidade no futebol, tendo que intervir drasticamente em algumas delas. Tanto que atualmente, apesar de ser apaixonado por futebol a ponto de manter esse blog sobre assunto, evito mencionar o assunto em sala de aula, e só o faço quando percebo que a turma tem maturidade para fazer comentários que não sejam ofensivos ou vulgares, o que tem se tornado cada vez mais raro. 
Crianças assistem a jogo de Futebol
(imagem globoesporte.com)
Na minha visão de educador, o futebol reproduz todos os conflitos que existem na nossa sociedade e que ficam evidentes nos xingamentos preconceituosos (especialmente homofóbicos) que são utilizados por torcedores rivais e que na maioria das vezes fogem completamente de um contexto meramente esportivo. As  arenas esportivas acabam sendo o espaço em que se é permitido dar vazão a esse tipo de sentimento que seria considerado inapropriado em outras lugares. O problema maior nesse caso é que há também uma 'arena simbólica' na qual torcedores quando reunidos, sejam em redes sociais ou em uma sala de aula, por exemplo, tendem a continuar com o comportamento da arquibancada. 

Não acho que a proibição de materiais escolares com escudos de clubes seja o caminho. Entendo que esse assunto de rivalidade no futebol poderia ser um tema gerador de diferentes debates sobre aspectos éticos e que deveriam ser melhor explorados nas escolas, que invariavelmente ignoram esses fatos tão intrinsicamente ligados a formação da identidade da criança e do adolescente.

(E você? O que acha? Deixe sua opinião nos comentários!)

Veja também:

sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

Aprenda Inglês com a Premier League


Se você estuda inglês e gosta de futebol pode juntar as duas coisas e aprender muito mais com o site "Premier Skills English" (clique aqui) desenvolvido pelo British Council (orgão educacional oficial britânico).

Football ou Soccer? 
No inglês britânico
Futebol é FOOTBALL mesmo.
SOCCER só em inglês americano. 

No site você encontra lições com áudio e vídeo baseadas em todos os clubes da liga inglesa (clique aqui), além de joguinhos interativos que ensinam vocabulário geral e específico de futebol. 

A página pode ser visualizada em Inglês ou Português e há lições que servem para diferentes níveis, inclusive para quem está começando.

Separei alguns dos jogos nos links abaixo para quem não sabe por onde começar. Confira! 

Penalty shootout: Você tem 5 segundos para escolher a palavra correta e marcar o gol (clique aqui).



Beat the Kepper: Semelhante ao jogo anterior mas somente com vocabulário de Futebol (clique aqui).


Match the kit: escolha a alternativa correta para nomear as imagens das figuras (clique aqui).


You're the ref: 'Você é o juiz'! Teste seus conhecimentos em inglês sobre as regras do futebol respondendo ao quiz (clique aqui).


Agora quando sua mãe, namorada (o) ou esposa/marido falar para você 'largar um pouco do futebol' você tem uma nova desculpa: estou aprendendo inglês.

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