quinta-feira, 19 de novembro de 2015

A Macaca não é mais a mascote da PONTE PRETA



Que nada mais é sagrado no futebol já sabemos faz tempo. Mas mesmo assim algumas heresias chegam a ser constrangedoras. A última delas diz respeito à centenária Ponte Preta, um dos clubes mais simpáticos e tradicionais do Brasil, que decidiu que a "Macaca" não a representa mais e decidiu oficializar um Gorila como mascote.
Há notícia revoltou parte da torcida ponte-pretana. A Macaca não foi um mascote escolhido aleatoriamente. Foi uma construção social e histórica que remete ao início do futebol no Brasil e a questões raciais. Sendo um dos clubes pioneiros na aceitação de negros, a Ponte Preta era hostilizada pelos rivais do interior que chamavam a agremiação e seus torcedores de "macacada".
De maneira extraordinária, a torcida subverteu esse discurso racista, assumindo o apelido de Macaca, mostrando que em hipótese alguma questões raciais eram motivo de vergonha.

Agora, na era do marketing, o que parece é que a valente Macaquinha não serve mais aos "ideais" da diretoria do clube. Para contornar a situação, criou-se o enredo de que o Gorila casou-se com a Macaca, dando origem a uma família. Precisa dizer mais alguma coisa? 
Há ainda quem considere que questões de gênero motivaram a mudança. Um mascote feminino não é tão fácil de ser vendido em um universo ainda tão machista e homofóbico quanto o do futebol. Mas esse deveria ser mais um motivo para a manutenção da Macaca. Afinal, resistir e lutar contra preconceitos sempre foi sua vocação.

Mas o mais triste mesmo é que o conceito de tradição vai morrendo lentamente. Futebol é cada vez mais entretenimento do que paixão. 

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Hino da Ponte Preta na Guitarra

terça-feira, 17 de novembro de 2015

GIRLIE HELL: Música nova com participação de vocalista do KORZUS

A banda goiana GIRLIE HELL disponibilizou "Monster", mais uma faixa que integrará seu novo álbum "Till the end". Desta vez, as meninas tiveram o reforço de MARCELLO POMPEU, vocalista do KORZUS e também produtor do álbum. Confira:

Para maiores informações:
Facebook: https://www.facebook.com/girliehell/

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domingo, 15 de novembro de 2015

Guitarrista do PEARL JAM com a camisa do SÃO PAULO FC



O PEARL JAM fez um grande show neste sábado, 14/11, no Estádio do MORUMBI, com ótimo público e excelente repercussão na crítica especializada.

Além da lembrança de um grande show, o guitarrista MIKE McREADY vai levar um recordação especial desta memorável noite: ele foi presenteado com uma camisa do São Paulo FC, devidamente personalizada.
Esse foi o segundo show da banda no Brasil. O primeiro foi em Porto Alegre, na Arena do Grêmio (11). A banda ainda fará shows em Brasília, no Mané Garrincha (17); em Belo Horizonte, no Mineirão (20); e no Rio, no Maracanã (22).

Crédito/Foto: Facebook - São Paulo FC

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sábado, 14 de novembro de 2015

Futebol, Rock e Tragédia: O enredo do terror em Paris

Era para ser só uma noite de futebol e rock'n'roll em Paris. Em um canto da cidade, a banda Eagles of Death se apresentava para 1500 pessoas. Do outro, no Estade de France, a seleção francesa enfrentava a campeã do mundo Alemanha em partida amistosa.p Os mais reservados talvez buscassem em um jantar o início de uma noite de romantismo. 

Em comum, o fato de que todos amavam. Amavam a si próprios e por isso se divertiam. Amavam a vida e por isso buscavam alguma forma de celebrá-la. 

Quem já gritou gol em um estádio lotado ou cantou sua música favorita em um coro de mais de mil vozes, ou ainda, se entregou a um beijo apaixonado sabe o que é viver. Sabe que a vida é o agora. Sabe que a vida está em si próprio, mas a plenitude da vida está no outro. A plenitude da vida está no nós. 

Mas aí entrou o fanático. O fanático não gosta de futebol, não gosta de rock'n'roll, nem de beijos apaixonados. O fanático não celebra a vida. Não celebra o agora, não celebra o nós. O fanático só enxerga o eu. O fanático vê no outro o ímpio, o inimigo. A única forma que tem para aplacar seu egoísmo é acabando com o outro. O fanático não vê problema em morrer, pois sua recompensa não está no agora. Sacrificar-se é seu mais nobre ato. O fanático celebra a morte. O fanático celebra o caos e a barbárie como presenciado nesta sexta-feira, 13 de novembro, em Paris.

Esse não foi um atentado apenas contra a França, foi um atentado contra a liberdade e contra tudo que entendemos por civilização. Por isso, superado o luto, será preciso intensificar a luta. E, infelizmente, as consequências deverão ser drásticas.

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quarta-feira, 11 de novembro de 2015

6-6-6: o número da besta no Paulistão 2016

2015 nem acabou mas o Paulistão 2016 indica que o ano que vem será muito difícil para os pequenos nesse inglório país do 7x1. Com o objetivo de "valorizar a competição", um eufemismo para atender o interesse dos 4 grandes e da TV, o Campeonato Paulista passará por grande reformulação para que em 2017 tenhamos apenas 16 clubes na competição e não os 20 atuais. 

Essa reformulação atingirá também as séries A2 e A3. Sendo assim. para que essa meta seja atingida o futebol paulista terá 18 rebaixados: 6 na série A1, 6 na A2 e 6 na A3. Como na mais assustadora das profecias, 6-6-6 será o número besta que será o Apocalipse dos clubes do interior. Em meio a tanta treva, dois clubes serão promovidos nas séries A2, com direito a fase mata-mata, e também na A3. 

Obviamente isso estimulará a competitividade, mas a um preço muito alto para clubes com receitas tão discrepantes. Na série A2 os clubes receberão "bônus" de acordo com sua relevância no cenário nacional. Curiosamente, os presidentes dos clubes do interior consentem com essas mudanças. Só posso ser levado a crer que por medo de represálias dos organizadores ou por entender que como em uma obra de literatura fantástica estão diante de um mecanismo muito maior do que suas forças e que resistir é inútil. 

Por isso, para os paulistas que gostam de futebol de verdade 2016 será o ano de abraçar o clube de sua cidade e manifestar seu apoio incondicional. Porque para muitos pode ser verdadeiramente o começo do fim...

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O novo logo da Federação Paulista de Futebol

terça-feira, 10 de novembro de 2015

Neymar e a maldição de Puskas

Ferenc Puskas, craque húngaro que empresta seu nome ao prêmio de mais belo gol do ano na votação anual da Fifa, faleceu em 2006 aos 79 anos. Deixou um legado de quase 600 gols marcados, sendo o melhor jogador da copa de 54 entre outras honrarias e títulos, além de ter atuado também como técnico.


Seu grande clube foi o Real Madrid. Talvez só isso explique o fato de que, apenas alguns dias após o anúncio dos indicados ao prêmio de mais belo gol do ano, o brasileiro NEYMAR tenha realizado uma pintura digna de ser emoldurada e vendida nas galerias de arte da Espanha.
Com um sutil e genial domínio, aplicou um estonteante chapéu em seu marcador, girando 360° para depois concluir e marcar um dos mais belos gols que já vi na vitória por 3x0 do Barça diante do Villareal, no último domingo. Felizmente temos imagens para registrar o feito, porque descrevê-lo seria uma tarefa para o mais talentoso dos cronistas. Vale a pena ver e rever:
Sem o protagonismo de Messi, Neymar vive sem dúvidas o seu melhor momento no BARCELONA ao lado do vampiro Suarez. E esse gol foi daqueles capazes de converter o mais duro crítico do jogador, no qual quem acompanha esse humilde blog sabe que eu me enquadro. Ou me enquadrava. Chuteiras pretas, cabelo cortado e gol ao estilo "Brasil old school". É isso que sempre quisemos de Neymar. Não há mais como não aplaudi-lo. Neymar é mesmo a luz no fim do túnel no país do 7x1. Infelizmente tudo indica que seja a única.
Quanto a Puskas, uma pena que tenha deixado seu 'clubismo' falar mais alto e tenha de alguma forma driblado o cosmos para que o gol de Neymar ocorresse com uma semana de atraso. Mas só adiou o inevitável. O gol mais bonito de 2016 já aconteceu. A concorrência terá que trabalhar pensando em 2017, e com parâmetros altíssimos a serem alcançados.

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quinta-feira, 5 de novembro de 2015

São Paulo vence Palmeiras na disputa pelos ROLLING STONES


Depois de muita especulação, os ROLLING STONES finalmente confirmaram as datas de sua turnê sul-americana, apropriadamente chamada de "Olé", que chegará ao Brasil com 4 shows em fevereiro e março de 2016. E, ao contrário do que foi noticiado por vários sites esportivos e musicais, os shows em São Paulo serão no Estádio do MORUMBI e não no Allianz Parque. Dessa forma, com dois "golaços", o São Paulo FC virou o jogo contra a S.E. Palmeiras em sua briga particular como sede dos grandes shows na capital paulista.

Confira as datas dos shows dos Rolling Stones no Brasil:
20 de fevereiro - Rio de Janeiro - Maracanã
24 de fevereiro - São Paulo - Morumbi
27 de fevereiro - São Paulo - Morumbi
02 de março - Porto Alegre - Beira Rio

Confira também o vídeo promocional da tour "Olé" dos Rolling Stones:

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terça-feira, 3 de novembro de 2015

Banda SUPER OVER divulga novo videoclipe


O trio SUPER OVER de São Carlos/SP divulgou nesta terça-feira o clipe de seu novo single "Sistema Contrário". Confira:
A banda é formada por Fábião (Guitarra e Voz), Digão (Bateria) e André (Baixo). Para saber mais sobre a banda:

domingo, 1 de novembro de 2015

QUEEN: Os 40 anos de Bohemian Rhapsody

Uma das mais belas canções de todos os tempos completou 40 anos semana passada. "Bohemian Rhapsody", gravada pelo QUEEN em 1975 para o seu quarto álbum de estúdio "A night at the Opera", a música foi lançado como single no dia 31 de outubro daquele ano. E desde então seus pouco mais de 6 minutos tem hipnotizado gerações. 
No documentário "Inside the Rhapsody", lançado como bônus do DVD "Greatest Video Hits 1" lançado em 2002, membros do Queen relembram a gravação e a composição deste grande clássico:
Aproveitando a ocasião, vale a pena relembrar outras versões deste hino, começando pelo clássico videoclipe original:
Em 1981, o Estádio do MORUMBI, teve a honra de ver o QUEEN em plena forma em um show histórico, na primeira passagem da banda pelo Brasil:

"Bohemian Rhapsody" sendo executada no ano de seu lançamento:

A espetacular versão do clássico show em Wembley, em 1986:
"Bohemian Rhapsody" no primeiro Rock in Rio, em 1985... 
 ... e 30 anos depois, no Rock in Rio 2015 com Adam Lambert nos vocais: 
E já que o a ideia é homenagear, lembremos também alguns cover inesquecíveis. Primeiro com os MUPPETS e sua impagável versão de "Bohemian Rhapsody": 
Outro momento inesquecível é a cena do filme de humor rock'n'roll "Wayne's World" (Quanto mais idiota melhor", no Brasil) que marcou os anos 90, na qual os protagonistas interpretam "Bohemian Rhapsody":
Encerrando essa pequena homenagem, destacamos talvez aquela que seja a mais memorável execução de "Bohemian Rhapsody" feita após a morte de Freddie Mercury, realizada exatamente como tributo póstumo e com o objetivo de conscientizar sobre os riscos da AIDS, em uma grande performance de ELTON JOHN acompanhado de ninguém menos que AXL ROSE no auge de sua forma de sua popularidade: 
Na discografia do QUEEN são incontáveis os clássicos, mas musicalmente, poucos se igualam a beleza de "Bohemian Rhapsody", uma obra-prima que certamente será regravada, tocada e relembrada enquanto existirem pessoas interessadas por boa música.

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Os 10 momentos mais bizarros do Rock in Rio 2015

sábado, 31 de outubro de 2015

Review: ESDRAS - Mais Próximo Do Fim (EP)

O metalcore pode ser um terreno bastante ardiloso. Ao mesmo tempo que abre margem para um público mais heterogêneo, corre-se o risco de encontrar resistência dos fãs mais puristas de ambos estilos que lhe servem de referência. Porém, aqueles que não se apegam a rótulos não encontrarão obstáculos para apreciar esse ótimo trabalho da banda ESDRAS, quinteto formado na cidade de Sorocaba/SP. 
Lançado em 2014, o EP "Mais próximo do fim" conta com 6 faixas, sendo uma delas instrumental e as outras cantadas em Português.
   
O EP abre com a faixa "Snake" chutando tudo. Riffs potentes e fraseados melódicos e uma boa dinâmica alternando cadência com andamentos mais rápidos, em uma letra que fala sobre falsas amizades.


"Chuva de Fogo" tem temática tipicamente hardcore, com a crítica "ao sistema que nos faz sofrer". O riff principal é bem marcante e desenvolvimento da música é um exemplo bem sucedido de como elementos do metal e hardcore se complementam. 

"Espinhos" é a faixa seguinte, que surge quase como uma continuação da faixa anterior. Mais melódica, a música traz um coro bem legal ("o verdadeiro guerreiro nunca mede esforço") que poderia muito bem ser uma profissão de fé de quem escolhe o caminho do underground.


"Interlude" é uma faixa instrumental que não foge das características gerais das demais músicas e que prepara o terreno para a faixa mais forte do EP: "Maria da Penha", uma crítica contundente sobre um tema atual e bastante relevante que é a violência contra as mulheres. Especialmente no âmbito tradicionalmente machista do rock, uma mensagem urgente e que por si só já valeria todo o EP.


Encerrando o trabalho, "Pote de Ouro", outra faixa com viés mais hardcore e com temática crítica, desta vez direcionada àqueles que exploram a fé alheia para ganho financeiro.

Ironicamente, o título desse ótimo trabalho acabou se tornando um tanto quanto profético, já que no dia 15 de outubro o Esdras anunciou em sua página do Facebook o encerramento de suas atividades, pondo fim a sua trajetória que teve início em 2010.  

De qualquer forma, fica aqui nosso registro um pouco tardio e o desejo de boa sorte aos músicos Rafael Moraes (Vocal),  Rafael Kenji (Guitarra), Cádio Michelsen (Baixo), Tiago Valsechi (Guitarra) e Conrado Campos (Bateria) na continuidade de suas carreiras. E quem sabe futuramente possam retomar as atividades com o ESDRAS. 

Para saber mais: 
Facebook: www.facebook.com/esdrasmetal

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sexta-feira, 30 de outubro de 2015

Rock em homenagem a MARADONA

Hoje MARADONA completa 55 anos. Por mais que o tempo tenha passado, que o fenômeno MESSI tenha relativizado a eterna discussão "Pelé x Maradona", Dieguito continua sendo o maior jogador da história do futebol argentino. 
E não há como negar que sua trajetória marcada por gols fantásticos, sucessos e excessos, além de muitas polêmicas faz de Maradona comparável aos mais desregrados rockstars. Por isso, nada mais justo do que dedicar a ele uma homenagem Rock'n'Roll, como fez a banda norueguesa "What came from the sea" com a música que leva o nome do craque. O resultado ficou muito legal. Confira:

A banda "What came from the sea" é formada por Torgeir Enerstvedt (Vocals & Guitar), Rolv-Erik Berge (Guitar), Øystein Knutsen (Baixo) e Rune Kogstad (Bateria).

Para saber mais, confira a página da banda no Facebook:

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Pelé, o Rei do Futebol e da MPB

quinta-feira, 29 de outubro de 2015

Mick Jagger troca São Paulo por Palmeiras

Se não bastasse a má fase do São Paulo FC dentro de campo, o clube vem enfrentando fortíssima concorrência na área de shows depois da inauguração do Allianz Parque, a moderna arena do rival Palmeiras.


E segundo veiculado em diversos sites esportivos e musicais, o Tricolor pode levar uma "bola nas costas" e perder o show dos ROLLING STONES que era cotado e dado como certo para ocorrer no Morumbi no início de 2016.

O motivo seria preferência pessoal do próprio Mick Jagger que analisando os locais disponíveis na capital paulista teria gostado mais da casa Palmeirense.
Se financeiramente perder um show dos Rolling Stones deve ser um duro golpe financeiro para o São Paulo, do lado esportivo quem deve se preocupar é o Palmeiras, já que Mick Jagger é notoriamente conhecido como o maior "pé frio" do futebol mundial.

Caso isso se confirme, é melhor os palmeirenses se precaverem e em hipótese alguma deixarem Jagger vestir o manto alviverde. O mesmo vale para os são-paulinos caso a situação se reverta. Afinal, já bastam as "zicas" inerentes ao futebol do país do 7x1. Em casos como esse, não custa nada prevenir...

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segunda-feira, 26 de outubro de 2015

O novo logo da Federação Paulista de Futebol



O Paulistão 2016 já começou nos bastidores. Nessa segunda-feira, a Federação Paulista de Futebol realizou uma reunião com seus clubes filiados na qual apresentou seu novo logotipo, alusivo aos 75 anos da instituição. Além disso, acenou com mudanças significativas, como incentivo financeiro aos clubes de boa gestão, a criação de um hino da competição e a polêmica redução de times da série A1 (primeira divusão), que acarretará no rebaixamento de seis equipes, o que no nosso entendimento prejudicará muito os clubes do interior. Contudo, o regulamento ainda não foi oficialmente apresentado, o que deve ocorrer no início de novembro.

Embora muitos torçam o nariz para os regionais, eles são a preservação da nossa tradição futebolística e seu enfraquecimento pode ser a ruína de muitas equipes tradicionais. Torcemos para que os clubes do interior se unam para defender seus interesses e que não apenas aceitem migalhas oferecidas por quem no fundo prioriza somente o interesse dos "grandes".

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