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segunda-feira, 24 de julho de 2017

ANDREAS KISSER visita NEYMAR

ANDREAS KISSER, guitarrista do SEPULTURA, teve seu dia de tiete ao visitar NEYMAR em BARCELONA.

O músico postou a foto acima em suas redes sociais com uma mensagem de agradecimento que pode ser conferida no link abaixo:

Veja também:

quarta-feira, 30 de novembro de 2016

SEPULTURA em luto pela CHAPECOENSE

A tragédia envolvendo a equipe da Chapecoense abalou o mundo do futebol e ecoou também no mundo da música pesada. O SEPULTURA manifestou seu pesar através das redes sociais com a imagem reproduzida acima.

Guns N' Roses e Megadeth foram outras bandas que também se manifestaram sobre o ocorrido. 

quinta-feira, 7 de abril de 2016

O dia em que o PALMEIRAS salvou MAX CAVALERA da Prisão

Em entrevista ao programa do humorista Danilo Gentili, MAX CAVALERA, líder do SOULFLY/CAVALERA CONSPIRACY e fundador do SEPULTURA, relembrou momentos pitorescos de sua carreira, incluindo o prosaico episódio em que ele foi preso durante o HOLLYWOOD ROCK e como o PALMEIRAS ajudou-o a se safar da cadeia. Uma ótima história que vale a pena ser conferida:  

Veja também:
Resenha: 'My bloody roots', a autobiografia de Max Cavalera

segunda-feira, 24 de agosto de 2015

Andreas Kisser & São Paulo FC

No último dia 24 de agosto ANDREAS KISSER, guitarrista do SEPULTURA e um dos ícones da tabelinha futebol e rock'n'roll completou mais um ano de vida. Como forma de homenageá-lo, selecionamos algumas fotos em que ele ostenta todo seu amor pelo São Paulo FC. Confira:
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Andreas Kisser e o Orgulho de ser Tri-Mundial
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Foto antológica com Dimebag Darrel, saudoso guitarrista do Pantera
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Raízes Tricolores!
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Andreas Kisser com a belíssima camisa retrô tricolor do Sepultura
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Detonando ao vivo com o manto tricolor

Detonando ao vivo com o manto tricolor²
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Andreas Kisser na apresentação do Luís Fabiano


Andreas Kisser e Nasi (IRA!) tocando a nova versão rock do hino são-paulino antes do jogo São Paulo x Corinthians pela Libertadores 2015 (Foto: gazetapress)
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Andreas Kisser e LF Vieira (da banda REPUBLICA) no dia da apresentação da nova versão rock do hino do São Paulo FC
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Andreas Kisser com seu pai e o 'M1TO 'Rogério Ceni
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Andreas e sua camisa personalizada
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Por último, mas não menos importante, Andreas Kisser com a camisa do site TRICOLOR ON THE ROCK (com o qual tenho a honra de colaborar)


Publicado originalmente em:
http://www.tricolorontherock.com.br/andreas-kisser-sao-paulo-fc-fotos/



Veja também:
As camisas de futebol do SEPULTURA

domingo, 9 de agosto de 2015

As camisas de futebol do SEPULTURA

Encontram-se à venda no site oficial do Sepultura camisas da banda alusivas aos principais clubes do Brasil. As camisas trazem as cores tradicionais dos times e são ao estilo 'retrô', porém, ao invés do escudo dos clubes, temos o logotipo da banda. 
Para adquirir as camisas, também disponíveis em outros modelos, confira o link:

Veja também:
Sepultura comemora 30 anos com nova cerveja

quarta-feira, 4 de março de 2015

Sepultura comemora 30 anos com nova cerveja


Em 2015 o Sepultura comemora 30 anos de banda e como parte das celebrações a banda lançou a Sepultura Ale, cerveja produzida pela cervejaria Bamberg de Votorantim/SP. Abaixo você confere uma entrevista muito legal que Andreas Kisser e o mestre-cervejeiro Alexandre Bazzo concederam ao blog Brejada.com falando sobre o lançamento da cerveja e dos 30 anos de Sepultura:

Veja também:
Sepultura visita cervejaria em Votorantim/SP

segunda-feira, 29 de dezembro de 2014

Resenha: 'My bloody roots', a autobiografia de Max Cavalera

My bloody roots O Brasil não é lá muito famoso por respeitar sua história e a memória de seus ídolos. Por isso mesmo 'My bloody roots', a autobiografia de Max Cavalera lançada em Português no início de 2014, é um livro bastante oportuno.

Lendo suas páginas lembramos de um fato que anda bastante esquecido: Max Cavalera é o maior nome da história do metal nacional. E se por um instante conseguíssemos deixar qualquer preconceito de lado, chegaríamos a conclusão de que Max é também um dos maiores nomes da música brasileira de todos os tempos. 
Começando com os relatos de sua infância e a perda precoce de seu pai, seu envolvimento com a umbanda, religião de sua mãe e os primeiros anos do Sepultura, quando sequer conseguia afinar sua guitarra, Max demonstra o tortuoso caminho até a gravação de seu primeiro disco e a sua obstinação em subir um degrau de cada vez até o estrelato mundial, consolidado com o magnífico Chaos A.D. 

Os bastidores da gravação de 'Roots' são muito curiosos, bem como a repercussão de sua estrondosa popularidade que fez do Sepultura uma das bandas do primeiro escalão mundial. A partir daí, infelizmente, as relações pessoais entraram em declínio, o Sepultura se separou, e Max afundou-se gradativamente no álcool e outros vícios, momentos difíceis por ele detalhados. 

Mas nem tudo se resume a dramas pessoais e ao Sepultura. Há histórias divertidas dos encontros de Max com seus ídolos de infância, como Ozzy e Lemmy do Motorhead, da amizade com outros rockstars contemporâneos, das 'tretas' nas turnês e da gênese do Nailbomb, Soulfly e Cavalera Conspiracy, entre outras histórias em que Max expõe seu lado familiar e até espiritual. Obviamente reviver essa fase através de suas palavras reacende diversas polêmicas.

A principal delas é que o Sepultura sempre foi o sonho do Max, e por mais qualidade que a banda possa ter apresentado desde a sua separação, ainda é difícil superar essa mancha em sua história. Mas essas são conclusões que cada leitor deverá tirar. O mais importante é o registro de uma das partes mais importantes da história do metal nacional, o que faz do livro leitura obrigatória para os amantes de música pesada.

Veja também: 

terça-feira, 30 de abril de 2013

Sepultura: banda pede ajuda de fãs para concluir documentário de 30 anos

Um documentário inédito  pretende celebrar os 30 anos de carreira  do Sepultura. O projeto, comandado pelo diretor Otávio Juliano, no entanto, precisa de mais dinheiro para que seja concluído. A ideia é que, em se atingindo as metas, filme possa até mesmo ser lançado em 3D. Confira uma prévia no vídeo abaixo:
Aqueles que contribuírem receberão 'brindes' que variam de acordo com o valor da doação. Leia mais sobre o projeto e como contribuir no link abaixo: 

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

Samba & Rock: união (im)possível

Em um post anterior comentei sobre algumas experiências positivas envolvendo a união de rock e ritmos brasileiros (leia aqui). Mas há sempre o outro lado da moeda.
Neste final de semana de Carnaval a escola de Samba Carioca levará o 'Rock in Rio' para o Sambódromo, já que o o famoso festival será tema de seu desfile. Entre outras referências, lá estará em cima de um carro alegórico, "Eddie", o mascote da banda inglesa Iron Maiden, uma das mais populares bandas de metal do mundo e com milhares de fãs no Brasil. Certamente, os músicos da banda devem ter ficados satisfeitos com a notícia, que não foi assim tão bem recebida pelos fãs brasileiros.

Isso mostra um pouco do lado conservador do público fã de música pesada. Mas a situação já foi muito pior. E, curiosamente, o maior exemplo dessa intolerância aconteceu na 2ª edição do Rock In Rio, em 1991.
Na ocasião Lobão, que na época fazia um som bem rock'n'roll e até certo ponto pesado para os padrões do rock nacional fora escalado para tocar na noite do METAL no festival. Lobão que tinha acabado de lançar seu primeiro disco ao vivo, que entre outras coisas, trazia um versão de seu clássico "Vida Bandida" com participação de Ivo Meirelles e a bateria da Mangueira, algo que se ecaixava perfeitamente em sua sonoridade e conferia até um, "peso extra" à música.

Lobão subiu o logo após o Sepultura (que ironicamente viria a incorporar elementos brasileiros a sua música 5 anos mais tarde...). E foi extremamente mal recebido, a ponto de interromper o show e abandonar o palco (veja o vídeo abaixo mas cuidado com a abordagem preconceituosa da Globo).
É claro que sua saída não se deu sem que ele proferisse uma série de insultos aos que o ofendiam, incluindo uma das mais célebres de toda a história do rock brasileiro:
Para piorar, Lobão chamou ao Palco a bateria da Mangueira que deveria fazer uma participação especial no encerramento de seu show. E aí foi um festival de garrafas com conteúdos, digamos orgânico, voando ao palco. O episódio foi tão marcante que mesmo Dave Mustaine do Megadeth (que tocaria depois) não esquece como foi ter que tocar em um palco cheirando a urina (conforme ele relembra no vídeo abaixo, em inglês). 
Dez anos depois, foi Carlinhos Brown (o mesmo que já tinha gravado com o Sepultura...) que foi ''homenageado" com vaias e uma chuva de objetos pelo público rockeiro, como mostra o vídeo abaixo:
Sem dúvidas, esses dois episódios são lamentáveis, já que, uma coisa é gostar ou não do artista, outra coisa é desrespeitá-lo. Que cenas como essa da foto abaixo ajudem a criar essa consciência de respeito mútuo e cidadania.
Yves Passarel (Capital Inicial/Viper), Marco Túlio (Jota Quest) e Andreas Kisser (Sepultura) em ensaio da Mocidade Independente
Veja também:

domingo, 10 de fevereiro de 2013

Carnaval & Rock'n'Roll: 5 músicas para salvar a folia

É claro que o Carnaval tem importância indiscutível na cultura brasileira e o Samba (entre outros gêneros que animam a festa em todo Brasil) em sua diversas modalidades produziu incontáveis clássicos da Música Popular Brasileira. Mas como negócio aqui é rock'n'roll, aqui vai uma breve lista com algumas bandas que fizeram de forma bem sucedida a mistura de ritmos brasileiros e guitarras distorcidas.
Até tu, Gene?

1. Sepultura: Ratamahatta

A mais importante banda (em termos de popularidade e repercussão internacional) do Brasil levou ao extremo a ideia de explorar ritmos brasileiros no álbum 'Roots', de 1996. Além de usar de forma bastante competente batucadas estilo 'Olodum', berimbau e até músicas indígenas, a ousadia foi grande a ponto de convidar o percussionista e compositor Carlinhos Brown para cantar a faixa 'Ratamahatta'. Apesar de alguns fãs mais, digamos tradicionais, tenham torcido o nariz a mistura fez bastante sucesso e o videoclipe da música ocupou os primeiros lugares das paradas da MTV Brasil que à época ainda veiculava música de verdade.

2. Overdose: Favela

O Overdose foi sem dúvidas, uma das bandas mais importantes do Metal Nacional  nos anos 80 e 90. Conterrâneos e contemporâneos do Sepultura, com que dividiram o primeiro álbum Bestial Devastation (1985), a banda alcançou repercussão internacional embora  nunca tenham desfrutado da mesma popularidade que seus co-irmãos. Em 1995 a banda lançou seu último álbum "Decadence of Progress" que também demonstrava fortes influências percussivas brasileiras, como pode ser conferido na música abaixo:

3. Angra: Carolina IV

Outra grande banda de Metal que misturou com competência ritmos brasileiros e metal foi o Angra, que apesar de fazer isso em todos seus álbuns, teve seu ápice de 'brasilidade' no álbum 'Holy Land' (1996) que tratava do descobrimento do Brasil. A introdução da faixa "Carolina IV" é um grande exemplo de como a batucada andava em alta entre as bandas de metal em meados da década de 90:

4. Velhas Virgens: Marcha do Tira a Roupa

Mudando totalmente de gênero, o "Velhas Virgens", que faz um rock'n'roll visceral com letras explicitamente etílicas e  sacanas, foi além de incorporar elementos percussivos à música e resolveu incorporar de vez o Carnaval em si. Tanto que criou um evento anual chamado de "Carnavelhas" que rendeu cds temáticos e músicas como essa (umas da melhores marchinhas da história):

5. Bezerra da Silva & Barão Vermelho: Malandragem dá um tempo

Encerrando essa breve lista, uma apresentação do sambista Bezerra da Silva (23/02/1927 - 17/01/2005) cantando sua música "Malandragem dá um tempo" com o Barão Vermelho em uma versão pop rock bem bacana. 
Veja também:
A cidade de São Paulo em 7 músicas
Futebol & Rock'n'Roll em 5 músicas

quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

quarta-feira, 29 de agosto de 2012

Andreas Kisser: Homenagem na terra dos Beatles

Andreas Kisser (Guitarrista-Sepultura) recebeu no último dia 25 uma grande homenagem: teve um tijolo com seu nome adicionado ao "Muro da Fama" do Cavern Club, lendário pub em Liverpool, Inglaterra, onde ninguém menos que os Beatles tocaram em seu início de carreira (confira video clicando aqui).


Parabéns a Andreas Kisser, pelo reconhecimento alcançado e por elevar o nome do Brasil sem apelar para os estereótipos que geralmente nos cercam...