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quarta-feira, 1 de agosto de 2018

Judas Priest - Firepower - Review

Quando parecia que o JUDAS PRIEST já tinha dado todas as contribuições possíveis ao Heavy Metal a banda nos surpreende com esse maravilhoso FIREPOWER.

Clássico imediato, caiu nas graças dos fãs como o melhor álbum da banda desde Painkiller e certamente figurará no topo das listas de melhores do ano.

Da faixa título que abre o disco até a última, Sea of Red, o que temos é uma sonoridade vigorosa, com riffs e solos matadores e uma grande performance de Halford.

São muitos os destaques, mas Evil Never Dies, Never the Heroes, No Surrender, Flame Thrower, Lightning Strike, Necromancer e Traitors Gate, além da já referida faixa título, poderiam estar em qualquer álbum clássico da banda que não fariam feio. 

Excelente e indispensável!

sábado, 2 de maio de 2015

Review: JUDAS PRIEST - Monsters of Rock - 26/04/2015

Houve quem reclamasse de o JUDAS PRIEST ter repetido o mesmo setlist nas duas noites em que tocou. Mas quem é fã mesmo, ou quem perdeu as apresentações de sábado, certamente gostou - e muito - do que viu e ouviu. 
Primeiro fato que chama a atenção é o fato de ROB HALFORD estar muito melhor do que eu esperava. 
A voz obviamente, tem seu desgaste natural de tantos anos de carreira, mas mesmo assim continua em grande nível. Além disso, é sabido que o cantor de 63 anos passou recentemente por sérios problemas na coluna. Então vê-lo entrar com sua Harlley Davidson no palco e a andar e até deitar no chão em sua performance não deixa de ser legal por mostrar um artista sempre em busca de superação.
Sobre a atuação da banda e o repertório podemos dizer que foram impecáveis, fazendo ainda ótimo uso dos recursos que o palco proporcionava. Se o ACCEPT, por exemplo, se define pela 'fúria', o JUDAS PRIEST se define pela 'classe'. 
Destaque para TUDO, mas especialmente, para "Victim of Changes", numa interpretação muito legal, e para as músicas novas "Valhalla", "Redeemer of Souls" e "March of the Damned", mostrando que o JUDAS PRIEST é relevante não só pelo passado.

sábado, 30 de março de 2013

Judas Priest em Sábado de Aleluia

Quando eu era criança, meu já falecido pai sempre fazia um boneco de Judas para ser malhado ao meio-dia do Sábado de Aleluia. E eu e outros moleques nos divertíamos descendo o porrete no boneco. Convenhamos que não era a mais cristãs das coisas a ser fazer, mas era muito divertido. Hoje essa tradição se perdeu. Perguntei a um grupo de alunos se ele já tinham brincado de "malhar o Judas" e a maioria sequer sabia do que eu estava falando.
Muito bem, o tempo passou e agora não fica bem um marmanjo como eu sair dando porrada em um boneco por aí. Mas para o Sábado de Aleluia não ficar sem um Judas e nem sem 'porrada', selecionei algumas das minhas faixas favoritas do Judas Priest, uma das mais cultuadas bandas da história do Heavy Metal.

1. Bloodstone

Poderia postar o "Screaming for vengeance" (1982) inteiro aqui, afinal só tem clássicos, como "Bloodstone": 


2. Revolution

Do "Angel of Retribution" (2005) Riff poderoso e pegada setentista no retorno de Halford à banda:

3. Between the Hammer and The Anvill

Do disco Painkiller (1990). Outra aula de heavy metal:

4. The Green-Manalish with a Two Pronged Crown

Do disco "Hell bent for leather" (1979). Essa música é um cover, mas a versão do Priest é tão clássica que pouca gente tem curiosidade de conhecer a versão original do Fletwood Mac que também é bem legal (clique aqui para ouvi-la):

5. Living after midnight

"British Steel" foi o álbum que marcou o sucesso comercial do Priest, graças a faixas como essa, que tem uma pegada mais rock'n'roll:

6. The Hellion/Eletric Eye

Também do "Screaming for Vengeance". A introdução mais conhecida da história do metal seguida de uma paulada que mostra porque K.K. Downing and Glenn Tipton formaram uma das duplas de guitarristas mais reverenciadas da história:

7. Breaking the law

Hit do "British Steel". A música fala por si só:

8. You've got another thing coming

Mais um clássico do Screaming For Vengeance:

9. Some Heads Are Gonna Roll

'Algumas cabeças vão rolar'. Quem nunca teve essa sensação ouvindo Judas Priest? Do disco "Defenders of the Faith" (1984):

10. Victim of Changes 

Clássico da fase setentista da banda, do disco "Sad Wings of Destiny" (1976):

Veja também:
Memória: Clive Burr (Iron Maiden)
Saxon: Música em Homenagem a Ayrton Senna