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sexta-feira, 20 de junho de 2025

O "NA-NA-NA-NA" do Mundial de Clubes da FIFA


O Mundial de Clubes da FIFA 2025 não está apenas redefinindo o formato da competição — com 32 equipes e sedes espalhadas pelos Estados Unidos — mas também está deixando sua marca sonora com uma trilha que virou febre entre torcedores: “Freed From Desire”, da cantora italiana Gala Rizzatto.


Lançada originalmente em 1996, a música é um clássico do eurodance que dominou as pistas de dança nos anos 90. Com seu refrão contagiante — o famoso “na-na-na-na” — e uma batida vibrante, a faixa ressurgiu como hino das arquibancadas europeias em 2016, quando torcedores da Irlanda do Norte criaram uma versão para homenagear o atacante Will Grigg. Desde então, a canção se espalhou por estádios, transmissões e redes sociais, tornando-se um símbolo de celebração coletiva no futebol.

Reconhecendo esse fenômeno cultural, a FIFA oficializou “Freed From Desire” como música tema do Mundial de Clubes 2025. A escolha não foi apenas estética: a faixa representa energia, união e emoção — elementos que definem o espírito do torneio. A música embala desde a cerimônia de abertura até os intervalos e comemorações dos jogos, criando uma atmosfera única que conecta torcedores de diferentes países.

Curiosamente, a própria Gala já declarou em entrevistas antigas que não considerava a música seu melhor trabalho. Mas o tempo e os estádios provaram o contrário: “Freed From Desire” se tornou um dos maiores hinos esportivos da atualidade, com direito a coreografias improvisadas, cantos espontâneos e até dancinhas de comentaristas ao vivo.

Mais do que uma trilha sonora, a música virou parte da identidade do Mundial. E como todo bom hit, ela transcende o evento: é sobre liberdade, paixão e crença — valores que também movem o futebol.

domingo, 20 de dezembro de 2015

Mundial de Clubes: valente River Plate não resiste à força do Barcelona

O River Plate sabia o tamanho da encrenca que tinha pela frente quando o trio Messi, Suarez e Neymar foi anunciado como titular. Mesmo assim a equipe argentina surpreendentemente começou avançando sua marcação e sufocando a saída de bola do Barcelona como poucas vezes se viu, a ponto de Messi ser obrigado a dar chutão pra frente.
Embora Messi tivesse conseguido uma chance claríssima que parou em grande defesa de Barovero, era o River que ditava o ritmo da partida com sua forte marcação e o apoio da hinchada que criava aquele clima de Libertadores que nós amamos. 

A maior evidência da dificuldade imposta ao Barcelona foi o gol catalão em que Messi, em lance atipico, marcou um legítimo "gol de centroavante". Além disso, Jordi Alba só não foi expulso por omissão do juiz que não lhe aplicou o segundo amarelo.
O gol marcado aos 36 do 1o tempo desmontou o River Plate que teve que sair para o jogo.

Sem os mesmos cuidados defensivos, o River cometeu o erro fatal de deixar espaço para o contra-ataque do Barcelona, que logo no início da 2a etapa chegou ao segundo tento com Suarez.
Depois disso virou treino. 'El pistolero' também marcou o terceiro. E se o Barcelona apertasse mais o placar poderia ser ainda mais dilatado. O River teve uma única grande chance, mas ficou na trave. 

O Barcelona provou na prática aquilo que todos sabiam. É o melhor do mundo. Já o River Plate merece os parabéns pela grande Libertadores que fez, recuperando sua grandeza continental.
Por fim, duas observações curiosas. Primeiro, Luis Suárez foi o "Bola de Ouro" do Mundial da Fifa, mas ficou fora da disputa pelo prêmio de "Bola de Ouro" da Fifa...

Segundo, depois de décadas a Toyota deixou de ser patrocinadora do Mundial de Clubes. Em seu lugar entrou a empresa "Alibaba e-auto". De fato, "Ali-babá" combina mais com o atual momento da Fifa...

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RIVER PLATE, o dono da América